Cannabis & Saúde

Calmantes que não precisam de receita: Por que substituí-los?

Os calmantes que não precisam de receita vêm sendo utilizados em uma escala preocupante. Saiba como substituir esses remédios por opções mais naturais.
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Os calmantes que não precisam de receita para serem comprados vêm sendo utilizados em escalas até certo ponto preocupantes pelos brasileiros.

O grande problema é que a aquisição desses medicamentos sem prescrição médica não é indicada, já que muitos são de uso controlado.

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O sistema de agendamento de consultas foi criado com o apoio de um conselho altamente qualificado para conectar você à profissionais sérios e habilitados para lidar com as mais diversas patologias nas quais o tratamento com CBD é recomendado

Seria ótimo se eles apenas trouxessem benefícios, contudo, a realidade por trás do uso indiscriminado de calmantes pode ser bem mais sombria.

Afinal, eles apresentam um elevadíssimo potencial de causar dependência química quando utilizados por períodos prolongados.

Uma vez que a pessoa crie o hábito de tomar calmantes para dormir, dificilmente conseguirá voltar a ter noites de sono tranquilas sem medicação.

Acreditamos que não é o que você deseja para si ou para seus familiares e amigos, certo?

Por isso, neste conteúdo, vamos apresentar uma alternativa aos fármacos tradicionalmente prescritos no combate à insônia e aos transtornos comportamentais: o CBD.

Não deixe de ler até o fim, já que alguma pessoa próxima ou você mesmo pode vir a precisar dessas informações.

Calmantes que não precisam de receita: afinal, o que são os medicamentos calmantes?

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Os calmantes compõem uma ampla variedade de medicamentos de distintas categorias e aplicações.

Entre eles, estão os benzodiazepínicos, os barbitúricos e os antipsicóticos.

Na maioria dos casos, esses fármacos só podem ser comprados com a apresentação de receita médica.

Ainda assim, há alguns que são comercializados livremente por fontes de credibilidade questionáveis.

É onde mora o perigo, uma vez que calmantes em geral provocam efeitos colaterais danosos, alguns bem graves.

Para muitas pessoas, o uso contínuo de tais fármacos leva à dependência química – com o tempo, o que era para ser a cura passa a ser o problema.

Não é por acaso que, segundo uma pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS), os remédios para sono e ansiedade estão matando mais que a cocaína.

Há, então, um problema de saúde pública em nível global que precisa ser enfrentado pela sociedade e pelas autoridades do setor.

Uma forma de fazer isso é se informar sobre as situações em que os calmantes podem ser utilizados e, assim, entender quando o acompanhado de efeitos colaterais deletérios à saúde.

Em parte, isso se deve à tolerância desenvolvida pelo organismo a essas substâncias – ao longo do tempo, ele pede doses cada vez mais altas.

Em quais situações os calmantes são utilizados?

Em geral, sedativos e ansiolíticos são indicados quando uma pessoa apresenta transtornos de comportamento ou distúrbios que exijam a redução da atividade cerebral.

De certo modo, essas substâncias ajudam a “desligar” o cérebro, cortando sua conexão com o sistema nervoso e, consequentemente, com o restante do corpo.

É mais ou menos assim que os calmantes agem quando são utilizados para induzir o sono, por exemplo.

Seria ótimo, se esse uso não estivesse precisando de receita podem ser a única solução imediata para tratar da insônia.

Afinal, ninguém pode se dar ao luxo de ficar dias ou semanas sem dormir.

Talvez por isso um número crescente de pessoas tem recorrido a esses medicamentos para garantir noites de sono tranquilas.

O aumento do uso de calmantes no Brasil

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O Brasil é um dos países em que o uso indiscriminado de calmantes mais tem alarmado os profissionais e as autoridades sanitárias.

A razão para isso é que, segundo a OMS, somos o país com a maior taxa de ansiedade do mundo – cerca de 18 milhões de brasileiros (9,3% da população) sofrem com essa doença.

Em consequência, o número de pessoas que desenvolvem insônia e outros distúrbios do sono também passa a ser elevado.

Esse é certamente o principal motivo para que o uso de calmantes esteja aumentando tanto nos últimos anos no Brasil.

Antes da pandemia da Covid-19, a utilização já era alta: aproximadamente 56,6 milhões de caixas de calmantes e soníferos eram consumidas por ano no país.

A partir de 2020, esse uso tornou-se descontrolado, com sucessivos recordes na procura por antidepressivos e ansiolíticos, segundo uma matéria publicada no portal Valor Econômico.

Calmantes que não precisam de receita: quais são os principais?

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Como vimos, a categoria de sedativos e ansiolíticos engloba uma ampla gama de medicamentos.

Por outro lado, boa parte deles é de uso controlado, ou seja, só podem ser comprados com receita médica.

Na teoria, então, os medicamentos que vamos listar abaixo não se encaixam na categoria de calmantes que não precisam de receita.

Já na prática, nem sempre é assim, já que há pessoas que fazem a aquisição sem a indicação médica, por meio de fontes não confiáveis.

Essa é uma conduta de alto risco e nunca recomendada.

Ao conhecer um pouco mais sobre cada um desses medicamentos, os perigos aos quais você se sujeita com a compra sem receita ficam mais claros.

Clonazepam

Também conhecido pelo nome comercial Rivotril, o Clonazepam é um dos calmantes mais populares do Brasil.

Ele está na categoria dos benzodiazepínicos, uma classe de remédios psicotrópicos e ansiolíticos amplamente comercializados desde a década de 1950.

Além de ser utilizado para reduzir a ansiedade, ele também pode ser usado no tratamento da epilepsia.

Vale destacar que sua compra sem receita médica, embora seja possível, é considerada irregular, já que se trata de um medicamento tarja preta, isto é, de uso controlado.

Amitriptilina

Tal como o Clonazepam, a Amitriptilina é um fármaco controlado.

Ele é utilizado como antidepressivo e, portanto, é largamente consumido por pessoas com depressão e ansiedade.

No entanto, como veremos mais à frente, assim como os outros calmantes, ele gera efeitos colaterais graves, alguns deles prolongados, como aponta esta matéria no portal UOL.

Nortriptilina

Já o Cloridrato de Nortriptilina, ou apenas Nortriptilina, pertence à classe dos antidepressivos tricíclicos.

É considerado um medicamento similar à Amitriptilina, exceto por uma característica: ele não leva ao aumento de peso.

Mas isso não significa que o uso desse fármaco seja livre de efeitos adversos.

Se não faz ganhar peso, em compensação, ele pode provocar retenção urinária e xerostomia (boca seca), entre outras reações indesejadas.

Diazepam

Outro medicamento bastante popular é o Diazepam.

Assim como o Clonazepam, ele pertence à classe dos benzodiazepínicos, sendo, portanto, recomendado para tratar da ansiedade e insônia.

Como tal, ele é conhecido pelas suas propriedades sedativas, ansiolíticas, anticonvulsivantes e relaxantes, bem como pelo efeito amnésico.

Além da ansiedade, ele pode também ser indicado para o tratamento de espasmos musculares e para aliviar os tremores causados pela abstinência alcoólica.

Melatonina

A melatonina é um hormônio que todos nós produzimos naturalmente, cuja função é sinalizar ao corpo que é hora de dormir.

Ela é gerada pela glândula pineal que, por sua vez, só é ativada quando estamos em ambientes sem luz ou pouco iluminados.

Embora seja produzida de forma endógena, ela também pode ser consumida como medicamento.

Uma característica desse hormônio é que, com a idade, ele passa a ser menos fabricado pelo corpo, o que explica o fato de pessoas idosas terem dificuldade para dormir.

Quais são os efeitos colaterais do uso de calmantes?

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Não se discute que, com acompanhamento médico, o uso de calmantes pode ser seguro e trazer riscos mínimos à saúde.

O problema está no seu uso indiscriminado e sem orientação profissional.

Nesse caso, são muito altas as chances de eles virem a causar efeitos adversos graves.

Vale destacar que, além da ansiedade, outra questão de saúde no Brasil é o abuso da automedicação, um hábito comum para 77% dos brasileiros.

Para quem se arrisca a tomar calmantes por conta própria, é bastante provável que os seguintes problemas de saúde venham a acontecer em curto prazo:

  • Dependência química
  • Vertigem
  • Fadiga
  • Confusão
  • Febre
  • Fala arrastada ou enrolada
  • Lentidão
  • Distúrbios visuais
  • Pupilas dilatadas
  • Desorientação
  • Falta de coordenação
  • Depressão
  • Dificuldade ou incapacidade para urinar
  • Redução da função cerebral
  • Pulso e respiração fracos
  • Pressão sanguínea baixa
  • Baixa concentração.

Tratamentos para insônia e ansiedade: quais são as alternativas?

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Transtornos comportamentais como a ansiedade e a depressão podem ser tratados por outras vias.

Além da terapia cognitivo-comportamental, há a Cannabis medicinal, uma solução permitida pela Anvisa no Brasil desde 2015.

Nesse contexto, os tratamentos em geral fazem uso de uma substância obtida a partir das suas flores e seu caule, o canabidiol (CBD).

O que é CBD?

Poucos canabinoides são tão versáteis e aplicados em tantos tratamentos quanto o canabidiol, mais conhecido como CBD.

A propósito, canabinoides são substâncias com propriedades terapêuticas extraídas das plantas do gênero Cannabis.

A ciência já conhece mais de 100 deles e, além do CBD, um outro composto popular por ser usado em medicamentos é o tetrahidrocanabinol, ou THC.

Como veremos ainda neste texto, o canabidiol apresenta vantagens extras, quando comparado com os calmantes convencionais.

Portanto, bons motivos não faltam para aderir a esse incrível composto.

Para que serve o CBD?

Versatilidade é a palavra que mais bem define o canabidiol, e não é por acaso.

De matéria-prima para a produção de alimentos e cosméticos até medicamentos, sobram utilidades para esse canabinoide.

Quando utilizado para a fabricação de remédios, ele se destaca também por ajudar no tratamento de muitas doenças.

São tantas as possibilidades que a ciência continua a descobrir, a cada pesquisa, novos usos para o CBD.

A lista de enfermidades que podem ser tratadas com os fármacos contendo a substância é vasta.

Confira abaixo algumas delas:

Toda essa gama de funções pode ser mais bem compreendida quando conhecemos a maneira como o canabidiol age no organismo.

Veja a seguir.

Como o CBD age no organismo?

A ação do CBD no organismo não tem nada de milagrosa, apesar de seus efeitos poderosos.

Nesse caso, vale a pena voltarmos um pouco no tempo, mais precisamente até a década de 1960, para entender as razões para tamanha eficácia.

Foi nessa época que a ciência descobriu que o corpo humano tinha um sistema cujo papel é restabelecer o equilíbrio das funções orgânicas: o endocanabinoide.

Descoberto pelo químico Raphael Mechoulam, ele age em vários tecidos e órgãos do corpo para que seja restaurada a homeostase.

Uma característica desse sistema é que ele produz os canabinoides endógenos, que atuam como neurotransmissores retrógrados, com destaque para a anandamida.

No caso do CBD, ele se classifica como um fitocanabinoide, portanto, de origem vegetal e exógena.

Tanto os “fito” quanto os endocanabinoides atuam no organismo quando se ligam aos receptores CB1 e CB2.

Quando ocorre essa ligação, eles agem como antagonistas ou agonistas em diversas reações.

Em outras palavras, podem estimular ou inibir certas atividades bioquímicas.

Calmantes que não precisam de receita: por que o CBD é a melhor opção contra insônia e ansiedade?

Fármacos como o Clonazepam, embora tenham sua eficácia reconhecida e chancelada pela medicina, podem trazer uma série de problemas quando usados em longo prazo.

Para algumas pessoas, dormir sem esse tipo de calmante torna-se impossível depois de certo tempo.

O mesmo acontece no tratamento para a ansiedade e depressão. Uma vez que se desenvolve a dependência, o desmame fica cada vez mais difícil.

Nesse sentido, o ideal é evitar esses medicamentos, até porque a dependência química não é o único efeito adverso que eles podem causar.

Portanto, o CBD vem a ser a melhor alternativa, pois, além de eficaz na maioria dos casos, é bem tolerado pelo organismo e não gera dependência.

Fora isso, ele não traz, nem de longe, os severos efeitos colaterais dos calmantes mais conhecidos.

O que é preciso para comprar medicamentos e produtos à base de CBD?

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Para quem deseja comprar medicamentos contendo CBD à venda no Brasil, o processo é idêntico ao da aquisição de qualquer outro fármaco controlado.

Tudo o que a pessoa precisa fazer é comparecer à farmácia com a receita médica (que ficará retida com o estabelecimento) e adquirir o remédio.

No entanto, na maioria dos casos, a importação acaba sendo o único meio viável, uma vez que a oferta de produtos nacionais ainda é muito restrita.

Veja, então, o que fazer.

Prescrição médica

Por ser uma substância controlada pela Anvisa, a única maneira de se comprar canabidiol é por indicação médica.

Nesse ponto, o paciente ou representante legal pode ter que superar um outro obstáculo: achar um profissional adepto a esse tipo de tratamento.

Por isso, use a nossa lista de médicos prescritores de CBD para encontrar um especialista e, com a receita em mãos, entre com a solicitação para importação.

Pedido junto à Anvisa

Nem tudo é dificuldade quando se trata de importar CBD.

Uma boa notícia nesse caso é que, hoje, o processo de solicitação junto à Anvisa não leva mais que dez dias para ser concluído.

Além disso, a burocracia foi bastante reduzida.

O único documento exigido para dar entrada no pedido de importação atualmente é a receita médica.

E, se um representante legal estiver fazendo a compra, é necessária a procuração registrada em cartório.

Com isso, tudo o que você precisará fazer é acessar o formulário disponibilizado no site da agência e preenchê-lo, sem esquecer de antes fazer um perfil no portal do governo.

Resposta da Anvisa

Outro passo indispensável é confirmar se o medicamento a ser comprado está entre os que são autorizados pela Anvisa.

No site da APEPI, você encontra os remédios que já contam com o aval da instituição.

Se o fármaco estiver relacionado, resta então aguardar pela resposta que, como você viu, não demora mais que dez dias para ser dada.

Compra e entrega

Normalmente, a compra de remédios contendo canabidiol via importação tem alguma complexidade, além da burocracia envolvida.

Embora qualquer pessoa possa fazer isso, sabemos que nem todos dispõem de tempo e conhecimento suficientes para dar conta de tudo.

Se você não se sente seguro para realizar o processo, temos uma boa notícia. 

Ao adquirir medicamentos à base de CBD do exterior, conte com o serviço de concierge da CanTeraMed, que realiza todo esse trabalho para o paciente.

Clique e veja como importar produtos à base de Cannabis medicinal no Brasil.

Conclusão

Recorrer aos calmantes que não precisam de receita até pode parecer uma tentação.

No entanto, está mais para cilada.

Essa é uma atitude que pode cobrar um preço muito alto quando a pessoa ultrapassa a fronteira que separa o uso medicinal do abusivo.

Por isso, a relação custo-benefício deve ser sempre avaliada cuidadosamente.

Ao tratar de doenças como depressão e ansiedade, por exemplo, o melhor a se fazer é evitar esse tipo de medicação o máximo que puder, tendo em vista que não há cura imediata.

Por outro lado, para males como a insônia, eles podem ser a única solução, considerando a urgência.

Seja qual for a indicação, o fato de serem adquiridos sem receita médica torna tudo mais arriscado e imprevisível.

O CBD, embora exija a prescrição, é uma alternativa bastante segura, por tudo o que vimos ao longo deste texto.

Pense na sua saúde e na de quem você gosta antes de optar pelos calmantes, afinal, eles podem até ser eficazes, mas representam um risco quando usados por muito tempo e sem controle.

Não deixe também de se informar, lendo os conteúdos publicados no portal Cannabis & Saúde, sua fonte confiável sobre medicina canabinoide.

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