Obesidade Infantil: Entenda como CBD é eficaz no tratamento

A obesidade infantil se caracteriza como um problema de saúde físico, com forte ligação com fatores comportamentais e ambientais. Entenda como o CBD pode ser útil no tratamento dessa doença.
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A obesidade infantil é uma dos problemas de saúde mais subestimados e, estranhamente, tratado até com indiferença pela sociedade.

Pelo menos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) está alerta e vem tratando do tema com a seriedade que ele merece, por meio de uma série de orientações para profissionais de saúde.

A entidade estima que existam no mundo cerca de 41 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade acima do peso ideal.

Um número até certo ponto alarmante, não só pela quantidade de crianças, mas pela pouca idade em que elas se encontram com sobrepeso.

O primeiro aspecto a se considerar ao abordar a obesidade infantil é que essa é uma condição limitante. 

A criança obesa se vê impedida de realizar diversas atividades e, principalmente, de brincar e socializar em virtude do seu excesso de peso.

Temos certeza de que não é isso que você quer para seus filhos ou para os filhos das pessoas de quem você mais gosta.

Dessa forma, fica o convite para prosseguir na leitura deste conteúdo em que vamos traçar um panorama da obesidade infantil e mostrar de que maneira o canabidiol (CBD) pode ajudar a eliminá-la.

O que é a obesidade infantil?

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Classificada no CID 10 com o código E66, a obesidade infantil se caracteriza quando uma criança de até 12 anos apresenta peso acima de 15% para a média da idade.

Embora seja um problema de saúde com evidência física, ele também tem forte ligação com fatores comportamentais e ambientais.

Pode não parecer, mas esse é um problema de saúde grave em escala global e que afeta, sobretudo, crianças em países em desenvolvimento.

Trata-se de uma condição que está ligada essencialmente a dois fatores: a alimentação e a falta de atividade física.

Além dos problemas sociais que a doença causa, como discriminação e bullying, a obesidade tem graves consequências para a vida adulta.

Afinal, crianças obesas tendem a desenvolver doenças crônicas como diabetes e problemas cardiovasculares, sem contar outros que afetam a formação dos ossos e o risco de acidentes.

Sendo um problema mundial e que atinge sobretudo países em desenvolvimento, naturalmente, as crianças brasileiras estão entre as mais afetadas, como veremos a seguir.

A obesidade infantil no Brasil

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De acordo com dados da OMS, 12,4% dos meninos e 9,4% das meninas de até 12 anos, no Brasil, estão acima do peso.

Em 2019, o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional revelou números ainda mais preocupantes:

  • 16,33% das crianças brasileiras entre 5 e 10 anos estão acima do peso
  • 9,38% delas estão obesas
  • Outros 5,22% tem obesidade grave
  • Entre os adolescentes, 18% estão com sobrepeso, enquanto 9,53% são obesos e 3,98% portadores de obesidade grave.

Motivos de sobra para ligar a luz de alerta para a questão da obesidade infantil que, como tal, exige a participação da sociedade e, principalmente, de mães e pais.

Isso porque, para combatê-la, é fundamental em primeiro lugar educar as famílias no sentido de estimulá-las a adotar hábitos saudáveis para todos os seus membros.

Afinal, crianças são o espelho dos pais e, em uma casa onde os adultos se alimentam mal e são sedentários, as chances de uma criança se tornar obesa são sempre maiores.

Quais são as causas da obesidade infantil?

Basicamente, a obesidade em crianças tem as mesmas causas da que se verifica em adultos.

Portanto, é o desequilíbrio entre calorias ingeridas na dieta e o gasto energético que leva uma pessoa a acumular gordura corporal além dos limites considerados saudáveis.

Por outro lado, a própria OMS admite que certas mudanças culturais em escala global vêm afetando os hábitos das crianças, levando-as à obesidade.

Uma delas é a adoção de dietas pobres em vitaminas, fibras e minerais essenciais e ricas em gorduras e açúcares.

Junto a isso, há também uma sensível redução de atividades que induzem a criança a consumir calorias.

Embora não haja prova científica a respeito, é consenso que, hoje, elas tendem a andar mais de carro e a se divertir jogando videogame e assistindo vídeos.

A genética também conta, afinal, filhos de pais acima do peso têm mais chance de se tornarem obesos.

Embora esse fator possa ser prevenido, ele exerce influência porque, quando o sobrepeso tem raízes genéticas, se torna mais difícil de controlar.

Fatores de risco para o desenvolvimento de obesidade infantil 

O estudo IDEFICS (Identificação e prevenção de efeitos induzidos por dieta e estilo de vida em crianças e recém-nascidos), feito pela European Childhood Obesity Group (ECOG), é uma referência sobre os fatores de risco da obesidade em crianças.

Nele, é estipulado o chamado “protocolo de intervenção”, pelo qual a obesidade deve ser evitada e controlada a partir de seis fatores:

  1. Aumento nos níveis de atividade física diária
  2. Diminuição das horas diárias em frente à televisão
  3. Aumento no consumo de frutas e vegetais
  4. Aumento do consumo de água
  5. Fortalecimento das relações entre pais e filhos
  6. Estabelecimento de padrões de duração de sono adequados

Um aspecto que vale ressaltar nesse protocolo de ação é que ele não recomenda a redução na ingestão de alimentos gordurosos ou de doces.

Sendo assim, o que fica implícito é que a obesidade é um problema que surge em função da falta de orientação e de apoio e estímulo a atividades mais produtivas e saudáveis.

Principais sinais e sintomas da obesidade infantil 

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Embora a obesidade infantil possa se manifestar desde muito cedo em função da genética, essa é uma condição que, em geral, é desenvolvida com o tempo.

Isso porque crianças com disfunções hormonais ou que usem remédios à base de corticoides podem vir a se tornar obesas.

Portanto, se uma criança fizer parte do grupo de risco, com comportamento contrário às diretrizes IDEFICS, são maiores as chances de ela desenvolver obesidade.

Nesse caso, o primeiro sinal é o aumento de peso, que pode acontecer em um curto período de tempo (em questão de semanas) ou evoluir mais lentamente.

Qual o perigo da obesidade infantil?

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Como você viu nos tópicos anteriores, a obesidade infantil representa uma séria ameaça à saúde de uma criança, principalmente por causa dos seus desdobramentos.

Crianças que ficam acima do peso por muito tempo têm mais chances de se tornarem diabéticas crônicas. 

Se isso acontecer, elas dependerão para o resto da vida de doses de insulina.

Além disso, o sobrepeso tem importante impacto no desenvolvimento do sistema músculo esquelético. 

Sendo assim, crianças obesas são mais suscetíveis a enfrentarem problemas articulares, nos ligamentos, tendões e na coluna vertebral.

Cabe ressaltar que, para detectar se uma criança está com sobrepeso ou obesidade, é preciso calcular o Índice de Massa Corporal (IMC). 

No caso, as regras que se aplicam são diferentes daquelas usadas para o IMC de pessoas adultas. 

Para saber como calcular o IMC infantil, você pode acessar esta página da Biblioteca Virtual em Saúde.

Qual é a importância de tratar a obesidade infantil? 

Crianças acima do peso têm mais dificuldade em levar uma vida normal, fora os diversos riscos à saúde que o excesso de gordura corporal traz.

Sendo assim, pais devem permanecer alertas e, ao menor sinal de ganho de peso, procurar orientação de um pediatra para tomar as medidas no sentido de controlá-lo.

Como prevenir a obesidade infantil? 

O protocolo IDEFICS deixa claro que a prevenção da obesidade infantil está diretamente relacionada à adoção de hábitos saudáveis.

Assim sendo, os pais devem estimular seus filhos a praticarem atividade física, sempre orientadas por um profissional. 

Além disso, vale adotar uma dieta rica em macronutrientes, além de beber água em quantidades satisfatórias e evitar o consumo de sal, açúcar e gorduras.

O uso de medicamentos à base de CBD no tratamento da obesidade infantil

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Em certos casos, a obesidade pode chegar a um ponto em que fica difícil de controlar sem o uso de medicamentos ou só com medidas profiláticas.

Por outro lado, certos fármacos usados no controle do peso e para inibir o apetite podem trazer efeitos colaterais severos, ainda mais porque a maioria deles é recomendada somente para adultos.

Nesse aspecto, o canabidiol (CBD) pode ser uma escolha segura, considerando seus poucos efeitos adversos e sua eficácia.

O que é CBD?

Não é de hoje que a humanidade conhece o canabidiol e suas muitas propriedades terapêuticas.

Estima-se que ele seja cultivado para fins medicinais há, pelo menos, 6 mil anos.

Não há registros históricos, mas acredita-se que as primeiras mudas tenham surgido por volta de 10 mil anos na Ásia.

Portanto, esse fitocanabinoide obtido a partir das plantas da família cannabaceae é um velho conhecido nosso.

A subespécie mais conhecida, a Cannabis Sativa L., seria pela primeira vez descrita em termos científicos por Carolus Linnaeus em 1753.

No entanto, de forma até surpreendente, a Cannabis passaria a ser estudada mais a sério somente a partir dos anos 1960.

Nessa época, o químico pesquisador (e celebridade científica) Raphael Mechoulam faria uma descoberta incrível, isolando pela primeira vez o CBD e comprovando sua relação com o sistema endocanabinoide.

Desde então, uma verdadeira revolução tomou curso na medicina e seus desdobramentos se fazem sentir até os dias atuais.

Para que serve o CBD?

Destacamos a descoberta do sistema endocanabinoide porque os efeitos medicinais do CBD só podem ser compreendidos se entendermos como ele funciona.

Sua função primordial é manter o corpo humano em equilíbrio. 

Em outras palavras, ele é responsável por garantir a homeostase, a condição na qual o organismo funciona na plenitude de suas capacidades.

O sistema endocanabinoide trabalha a partir de uma rede de receptores, que ligam os canabinoides que nós produzimos internamente a diversos órgãos e tecidos.

O CBD atua em sinergia com esses endocanabinoides, ajudando-os a cumprir suas funções e a restaurar a homeostasia.

Ele é uma espécie de coadjuvante dos neurotransmissores anandamida e 2-AG, dois dos principais endocanabinoides que o corpo humano produz naturalmente.

A enorme influência que o sistema tem em diversos processos orgânicos explica de certa forma como e porque o CBD pode ser indicado para tratar de tantas doenças.

Como o CBD é usado no tratamento da obesidade infantil? 

No caso da obesidade, inclusive a infantil, o canabidiol vem a ser um poderoso aliado para auxiliar na perda de peso.

Isso porque ele age em três frentes, contribuindo assim para a eliminação de gordura corporal e redução do IMC.

Primeiramente, apoiando o metabolismo, ao auxiliar o trabalho das mitocôndrias, espécie de “geradores” das células e que convertem açúcar e gordura em energia.

Outra frente de atuação do CBD é como agente regulador dos níveis de insulina, o que ajuda a queimar gordura de forma indireta.

Por último, o canabidiol é um poderoso moderador de apetite, contribuindo decisivamente para reduzir a ingestão de calorias. 

Além da eficácia, o canabidiol apresenta, ainda, uma vantagem adicional, que o torna indicado para tratar da obesidade infantil: seus poucos efeitos adversos.

Veja a seguir porque isso acontece e quais desses efeitos são esperados em um tratamento contra a obesidade.

Efeitos colaterais do CBD 

A ciência tem feito descobertas incríveis a respeito do CBD, ainda que não haja estudos considerados definitivos e que sustentem sua utilização em massa.

De qualquer forma, tudo leva a crer que esse dia não tarda em chegar, principalmente se considerarmos que já há pesquisas que apontam para seus poucos efeitos adversos.

Afinal, como sugere o estudo Cannabidiol Adverse Effects and Toxicity, os efeitos colaterais têm mais a ver com a dose de CBD e das interações com outros fármacos e substâncias.

Isso sem contar os diversos casos de pacientes que obtiveram cura ou conseguiram controlar doenças até então resistentes aos tratamentos convencionais.

Um desses casos é o da jovem Hagatha Souza

Diagnosticada com epilepsia refratária, ela só encontrou alívio depois de recorrer ao CBD, o qual se destacou não só pela eficácia mas pelos efeitos adversos mínimos. 

Essa percepção é endossada pelo neurologista Ibsen Thadeo Damiani, segundo o qual vale a pena apostar no CBD em virtude da sua baixíssima toxicidade.

Pesquisas que indicam a eficácia do CBD no tratamento contra obesidade

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A pesquisa científica sobre o CBD avança a passos largos, inclusive as que buscam comprovar sua eficácia ao controlar a obesidade.

Um estudo de destaque nesse campo é o Phytocannabinoids: Useful Drugs for the Treatment of Obesity? Special Focus on Cannabidiol.

Nele, os autores chegam a importantes conclusões a respeito de como o canabidiol age no sentido de induzir à perda de peso, destacando seu papel na redução da resistência à insulina:

“A partir dos dados existentes, podemos concluir que o CBD tem potencial promissor como agente terapêutico e pode ser eficaz no alívio dos sintomas de resistência à insulina, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica”. 

Outro estudo, este de caráter mais abrangente, sugere que o canabidiol pode ajudar na perda de peso em seres humanos a partir dos resultados de testes em roedores:

“A administração por 14 dias, com doses de 2,5 ou 5 mg / kg, reduziu o ganho de peso em ratos. Este efeito pode ser inibido pela co-administração de um antagonista CB2R”. 

O que é preciso para comprar medicamentos à base de CBD no Brasil? 

O canabidiol passou a integrar a lista de substâncias de uso controlado no Brasil em 2015, quando a Anvisa publicou a RDC Nº 3, retirando-o do rol de entorpecentes.

A partir disso, o órgão máximo de vigilância sanitária brasileiro publicaria outras normas no sentido de disciplinar os processos de fabricação, distribuição e venda de medicamentos e outros produtos com CBD.

Nesse contexto, a compra de remédios à base desse composto é condicionada à apresentação de receita médica.

Isso se aplica tanto para quem adquiri-los nos estabelecimentos brasileiros quanto de empresas estrangeiras.

Sendo assim, para fazer a solicitação de importação no site da Anvisa, é indispensável apresentar a prescrição feita por um profissional.

Para encurtar o caminho, o portal Cannabis & Saúde mantém sempre atualizada uma lista com os mais capacitados médicos prescritores de CBD.

Marque sua consulta no link acima ou, se achar melhor, agende atendimento com um especialista online.

E para dar sequência no processo de importação, conte com o serviço de concierge da CanTeraMed, que realiza todo esse trabalho de compra do canabidiol para o paciente.

Clique e veja como importar produtos à base de Cannabis medicinal no Brasil.

Conclusão 

A obesidade infantil precisa ser tratada com seriedade, afinal, trata-se de um distúrbio que pode gerar complicações que vão se refletir na vida adulta.

Nesse caso, o fator tempo é decisivo para evitar que a criança tenha problemas mais graves de saúde ou que tenha sua expectativa de vida reduzida precocemente.

O CBD é um poderoso aliado, mas, no Brasil, ainda há barreiras a serem superadas no sentido de popularizar seu uso medicinal.

Uma delas é o preconceito de uma parte da sociedade que insiste em defender que a expansão do cultivo é sinônimo de aumento na criminalidade.

A questão mais importante é que, sem matéria-prima nacional, as empresas farmacêuticas brasileiras precisam importar Cannabis semi-elaborada.

Além de encarecer o preço do medicamento, isso impede que todo um mercado se desenvolva, retardando o crescimento da economia.

Você pode fazer a sua parte para mudar esse quadro, mantendo-se a par do que acontece na comunidade científica e dos recentes avanços legislativos.

O seu canal para isso é o portal Cannabis & Saúde, sua fonte número 1 em informação de credibilidade sobre a medicina canabinoide.

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