Remédio natural para depressão: veja as melhores alternativas!

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A depressão é um mal que, infelizmente, acomete muitas pessoas. Sem o devido tratamento, o indivíduo passará a se ver em uma condição irreversível de falta de esperança, podendo vir até mesmo a atentar contra a sua própria vida.

No entanto, o fato é que existe alternativa de remédio natural para depressão, inclusive com a possibilidade de menos ou nenhum efeito colateral.

Pensando em ajudar pessoas nessa situação, elaboramos um conteúdo completo sobre o tema. Nele, vamos explicar sobre as possíveis causas de depressão e quais os seus sinais, bem como informações sobre diagnóstico e tratamento.

Além disso, falaremos não só de medicamentos naturais, mas também de práticas cotidianas que ajudam os indivíduos a lidar com esse problema de saúde. Boa leitura!

O que é a depressão?

A depressão é considerada um distúrbio caracterizado por sentimentos como desesperança, tristeza profunda e indisposição para as atividades cotidianas.

Pessoas depressivas podem também ter dificuldade em fazer certas coisas, ficam indecisas diante das situações e não conseguem mais ter sentimentos de alegria.

Esse quadro patológico, de acordo com a OMS, acomete cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. É um mal que costuma acometer as mulheres com mais frequência, podendo ser a porta de entrada para diversas doenças.

Uma das razões disso é que a depressão pode afetar bastante a qualidade do sono. A consequência são noites mal dormidas, que se não forem tratadas, acabam causando disfunções em vários sistemas do organismo, inclusive o imune.

Quais as possíveis causas da depressão?

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Sobre as causas da depressão, existe uma certa crença popular de que os aspectos sociais e psicológicos precedem os demais problemas.

No entanto, os estudos têm mostrado que os indivíduos acometidos por essa condição possuem problemas em seus neurotransmissores.

Em outras palavras, estamos nos referindo a uma estrutura responsável por enviar mensagens entre células do sistema nervoso. Isso se dá por processos químicos envolvendo neurotransmissores como a noradrenalina e a serotonina.

O primeiro tem relação direta com aspectos ligados ao sono e alimentação, e o segundo está relacionado com o senso de humor.

Isso significa que antes de a pessoa apresentar problemas de relacionamento com o mundo à sua volta, é porque há algo errado com seus neurotransmissores.

Também não podemos deixar de mencionar a predisposição genética do indivíduo, de modo que o estresse possui ligação com o surgimento e agravamento da depressão.

Quais são os sinais de depressão?

A literatura médica considera a depressão como uma síndrome que envolve outros problemas de saúde. Além disso, ela possui graus variados, conforme aparecem os sinais no indivíduo.

Já falamos sobre alguns desses sinais, mas existem muitos outros a serem citados. Um deles é o sentimento frequente de culpa, bem como a incapacidade e baixa auto estima.

Em níveis mais elevados de depressão, a pessoa pode ainda demonstrar desejo em cometer suicídio, pelo fato de alimentar constantemente uma visão de mundo descolada da realidade. Outros sinais mentais e até mesmo fisiológicos que merecem destaque são:

  • angústia;
  • irritabilidade;
  • ansiedade;
  • sentimento de inutilidade;
  • dificuldade em concentrar-se;
  • desempenho sexual mais baixo;
  • dores de barriga;
  • diarréia;
  • má digestão;
  • nuca e ombros tensos;
  • pressão no peito;
  • dores de cabeça

Como funciona o diagnóstico de depressão?

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Para o profissional de saúde saber se o indivíduo tem depressão, ele avalia se o paciente tem pelo menos dois dos sinais que citamos há pouco. Vale destacar que o diagnóstico não é fácil, visto que a pessoa pode apresentar vários sintomas e ser outro tipo de transtorno.

Um dos fatores que dificulta identificar a depressão é o uso de medicamentos que acarretam certos efeitos adversos. Nesse cenário, a recomendação é o indivíduo solicitar exames clínicos, informando ao médico se toma alguma medicação que possa trazer um ou mais sintomas parecidos com a depressão.

Como é o tratamento para depressão?

Em geral, a depressão é tratada por terapia e antidepressivos, principalmente as de grau moderado e severo. No entanto, em relação ao segundo, não é raro os pacientes relatarem efeitos colaterais decorrentes do uso desses medicamentos.

Em relação aos quadros mais leves, uma das formas de tratar é pelo tratamento psicossocial. Este consiste em um processo que pode se dar de maneira contínua, visando que o paciente, entre outras coisas, tenha reconquistas e usufrua do livre exercício da cidadania.

Existe remédio natural para depressão?

Conforme falamos, os estudos médicos têm visto evidências de que a depressão é um problema que se inicia nos neurotransmissores. Nesse sentido, existem alternativas além da terapia e dos antidepressivos que são usados na atenuação do quadro.

Uma substância que aumenta a produção de serotonina no organismo é o triptofano. Portanto, se o indivíduo apresenta sinais de alteração no humor e falta de relaxamento, por exemplo, a ingestão de alimentos ricos em triptofano pode ser útil.

Remédios natural para depressão é eficaz?

A depressão se apresenta de várias formas e graus diferentes de intensidade. Se o indivíduo estiver apenas com níveis baixos de serotonina, por exemplo, a ingestão de alimentos com triptofano pode ser eficaz.

Isso significa que cada caso é um caso: se uma pessoa x melhorou da depressão apenas com remédios naturais, não quer dizer que o indivíduo necessariamente tenha o mesmo resultado.

Existem muitas combinações de sintomas e cenários a serem avaliados, o que na maioria das vezes exige o acompanhamento de perto de um profissional.

Conheça alguns remédios naturais para depressão

A seguir, vamos apresentar algumas opções interessantes de como combater a depressão.

Chás como remédio natural contra depressão

Além de atacar o mau humor, o hipericão ajuda a combater quadros de ansiedade ligados à depressão. O chá dessa substância tem sido empregado para o tratamento de níveis leves e moderados, sendo uma boa alternativa quando o paciente apresenta efeitos adversos no uso de antidepressivos tradicionais.

Aproveitando o que acabamos de falar, o chá de hipericão não é recomendado em conjunto com outros remédios. Em outras palavras, o ideal é a pessoa não ter tido contato com outros medicamentos, ou interromper a digestão destes em virtude de alguma reação adversa e passar a consumir o hipericão. Outros chás que podem auxiliar no tratamento da depressão são:

  • camomila, pois ajuda a diminuir a insônia e dor de cabeça, bem como distúrbios digestivos, um sintoma fisiológico da depressão;
  •  alfazema, pois ajuda a reduzir a insônia e tensão nervosa;
  • erva-cidreira, sendo conhecida por ajudar a combater enxaquecas, que podem se manifestar em pessoas depressivas.

Sucos como remédio natural contra depressão

Assim como o triptofano, o resveratrol é uma substância benéfica ao sistema nervoso e neurotransmissores. Ela é encontrada na uva, de modo que o suco concentrado da fruta propicia, entre outras coisas, melhor oxigenação cerebral e acalma os nervos.

Uma das principais vantagens dos sucos está na facilidade de fazê-los. Isso é de grande importância se o indivíduo apresentar quadros moderados e severos de depressão, apresentando indisposição para as atividades corriqueiras.

Vale destacar que muitas preparações, ao contrário do suco de uva, são combinações de frutas e alguns vegetais. Alguns exemplos são:

  • suco de couve, gengibre e laranja: a couve ajuda a melhorar os quadros de ansiedade e humor;
  • suco de melão, damasco e água de côco: este suco também leva semente de abóbora, que é rica em ômega 3, nutriente indispensável ao cérebro;
  • suco de alface, pera e banana: os dois últimos possuem triptofano e a alface tem propriedades calmantes.

Vitaminas como remédio natural contra depressão

Por ser um alimento que possui triptofano, a banana pode também ser usada em vitaminas contra a depressão. Usando nozes que também são fontes dessa substância, é possível tratar com os quadros considerados mais leves, que envolvem o aumento da serotonina e melhora do humor.

Falando agora sobre vitaminas no sentido de substância, a D é uma das mais importantes no combate à depressão. Já adiantando parte do que será falado adiante, esta vitamina sequer precisa de alimentos a serem ingeridos.

Isso porque a simples exposição ao sol por alguns minutos todos os dias já ajuda o organismo a realizar os processos químicos responsáveis por criar essa substância.

Podemos também destacar as vitaminas do Complexo B. Estas têm se mostrado efetivas no combate ao estresse, visto que elas fazem a regulação do metabolismo dos neurotransmissores.

Falando especificamente da Vitamina B6, ela é bastante necessária na produção de serotonina, junto com outras substâncias como Vitamina C e ácido fólico. Quando os níveis desse neurotransmissor estão bem regulados, o indivíduo desfruta não somente de relaxamento, mas também passa a ter um sono, uma saúde digestiva e uma vida sexual melhores.

Sendo assim, possivelmente é um remédio natural para depressão!

Práticas cotidianas que são remédios naturais contra depressão

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Felizmente, existem ainda outras formas de prevenir ou tratar a depressão. Já falamos aqui sobre terapia, antidepressivos e remédios naturais, mas agora falaremos um pouco sobre algumas atividades e hábitos que podem fazer a diferença na vida de indivíduos propensos à depressão.

Compostagem e jardinagem

Considera-se a compostagem como um tipo de reciclagem, voltada para o lixo orgânico. Na prática, o que ocorre é a degradação de matéria orgânica, realizada por bactérias e fungos.

Esse processo produz o chamado húmus, que é útil não só para prover nutrientes ao solo, visto que foi constatada a existência de uma bactéria. Esta é capaz de atuar no organismo como um antidepressivo, quando o indivíduo tem contato com o microorganismo.

Querendo ou não, todo ser humano sente satisfação quando uma flor nasce em um jardim cuidado por ele. Essa atividade é considerada bastante benéfica para a saúde mental das pessoas, sendo inclusive adotada no âmbito terapêutico.

Conforme foi constatado, os efeitos da jardinagem contra a depressão tendem a surgir no médio e longo prazo, à medida  que os indivíduos passam a trabalhar melhor o foco e a concentração. Portanto, a jardinagem tem uma ação indireta sobre os efeitos da depressão.

Manter uma alimentação saudável

Uma boa nutrição ajuda a evitar uma infinidade de problemas e distúrbios de saúde. Para prevenir ou tratar algum quadro de depressão ou sintomas, o consumo de alimentos ricos em triptofano e resveratrol, por exemplo, ajuda bastante a manter adequados os níveis de serotonina e outros neurotransmissores.

Meditação e exercício físico

Meditar constantemente ajuda a aumentar a concentração e afastar os males da depressão. Aliando com o exercício físico, o indivíduo se movimenta e passa a ter a chance de se relacionar com outras pessoas, de modo a ter a mente sempre ocupada. Dessa forma, o risco de desenvolver sintomas de depressão como insônia e ansiedade serão menores.

Exposição à luz

Desde a antiguidade, o ser humano usa a luz solar para fortalecer a imunidade e, por consequência, evitar a depressão. Nesse sentido, costuma-se recomendar a exposição diária por até vinte minutos, tempo considerado suficiente para a pele absorver a radiação solar e produzir a Vitamina D.

Se o paciente estiver em um grau avançado de depressão, pode ser difícil convencê-lo a sair de casa. Este precisa ser o momento ideal de orientar a pessoa sobre a importância não só da exposição ao sol, mas também do convívio social e prática de atividades como a jardinagem.

Cannabis medicinal – CBD como auxiliar no tratamento de depressão

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Ao longo do tempo, surgiram evidências que medicamentos à base de CBD, ao contrário dos antidepressivos, não apresentam efeitos colaterais. Vale destacar que, além de influenciar a serotonina, o Canabidiol atua também em outros dois neurotransmissores bastante importantes: a dopamina e o GABA.

O primeiro, assim como a serotonina, tem impacto sobre o humor, de modo que o neurotransmissor converte impulsos elétricos em sinais químicos. Este processo é crucial no tráfego de informações entre os neurônios, impactando em aspectos ligados às emoções e à atenção, por exemplo.

Em relação ao GABA, ou Gamma-Amino Butyric Acid, este neurotransmissor tem relação direta com o sono, a concentração e o relaxamento. Se a liberação do GABA no organismo for baixa, o indivíduo estará propenso a ser acometido de males como ansiedade, insônia e até epilepsia.

Estudos que indicam benefícios da Cannabis medicinal para depressão

Em humanos e mamíferos adultos, existe um processo que consiste na criação de novos neurônios. A neurogênese no hipocampo, conforme mostram estudos, pode se dar em decorrência do Canabidiol, de modo a produzir efeitos de ordem ansiolítica e antidepressiva.

Além disso, tem sido constatado que o uso de medicamentos à base de CBD — principalmente o full spectrum — não implica em efeitos adversos aos indivíduos.

Nesse sentido, é de grande importância usar as concentrações e dosagens certas de Cannabis, a destacar as baixas dosagens de THC e altas de CBD. O primeiro mostrou efeitos antidepressivos e o segundo apresentou o resultado inverso.

Uma substância importante em todo esse processo é o terpeno limoneno. Este é um composto presente na Cannabis, sendo que a planta possui mais de 120 tipos diferentes de terpenos.

Notou-se uma capacidade terapêutica e anti depressiva nessa substância, sendo importante na modulação de efeitos adversos.

Em outras palavras, ministrar doses de CBD de espectro cheio sempre incorre em riscos; no entanto, um evento chamado Efeito Entourage (ou comitiva) propicia a ação conjunta não só dos terpenos, mas de outras substâncias presentes na planta, como os flavonóides, esteres e demais canabinóides.

Dado que a depressão possui graus e intensidades diferentes, pessoas com distúrbios de humor tendem a apresentar melhora em virtude do terpeno limoneno. Por outro lado, preparações com mais CBD do que THC podem ajudar pacientes com ansiedade. Outro terpeno que merece ser mencionado é o mirceno, pois tem ação contra quadros de insônia.

Além dos neurotransmissores serotonina, GABA e dopamina, precisamos falar sobre o sistema endocanabinóide. Este pode ter influência direta em relação à ação da Cannabis contra a depressão, sendo uma descoberta bastante recente, dos anos 1990.

Basicamente, o sistema é composto por substâncias endocanabinóides, receptores e enzimas. Os canabinóides podem ser produzidos naturalmente no organismo, sendo que o principal deles é a Anandamida. Basicamente, ele é um ácido graxo considerado um neurotransmissor, estando relacionado com a sensação de alegria do indivíduo.

Outros dois componentes fundamentais desse sistema são os receptores CB1 e CB2. Para o nosso propósito, o primeiro tem uma atuação mais decisiva contra a depressão, visto que ele controla muitos neurotransmissores, inclusive os que citamos no texto.

A maioria desses receptores fica localizado no sistema nervoso central.

Por fim, as enzimas têm o papel de produzir os canabinóides, de modo a serem liberados pelos neurônios. O sistema endocanabinóide ainda precisa de mais estudos por parte da comunidade médica, mas é fato que ele atua sobre diversas funções do organismo, inclusive àquelas ligadas a quadros de depressão.

Portanto, a Cannabis medicinal consiste em algo que tem atuação direta na chamada homeostase do organismo, que consiste no equilíbrio interno do indivíduo.

Como é feito o tratamento de depressão com a Cannabis medicinal?

A primeira coisa a saber sobre o tratamento de depressão à base de Cannabis é que cada caso é um caso. Isso significa que não existe uma dosagem padrão a todos os indivíduos, podendo variar para mais ou menos. Além disso, é possível estar a par também de possíveis efeitos colaterais, que podem se manifestar em alguns pacientes e em outros não.

Com base nisso, ao procurar a ajuda de um profissional, ele pode ministrar doses crescentes de Cannabis. Nesse sentido, ele monitora a resposta do paciente, de modo a saber se a dosagem deve aumentar e em que proporção isso deve ser feito.

Imagine o seguinte cenário: um paciente com depressão crônica e fumante resolve iniciar um tratamento à base de Cannabis. Uma possibilidade é iniciar ministrando 50 mg de CBD full spectrum: metade a ser ingerida pela manhã e a outra metade à noite.

Nessa situação, e considerando que o paciente passou a fumar menos, é possível haver uma melhora no quadro de depressão.

Após a resposta positiva do organismo desse paciente, o médico pode optar por aumentar de 50 para 150 mg de CBD. A ideia é esse indivíduo ingerir a solução três vezes ao dia, com 50 mg.

CBD para depressão nervosa possui efeitos colaterais?

Esta é uma resposta que dependerá basicamente da resposta do organismo às dosagens ministradas. Além disso, vale destacar que o sistema endocanabinoide é uma descoberta recente, e os estudos voltados para a ação de compostos como o CBD ainda são preliminares, embora tenham apresentado evidências bastante satisfatórias.

O que é necessário para iniciar o tratamento com a Cannabis medicinal?

Felizmente, existem muitos médicos com conhecimentos consistentes quanto ao tratamento à base de Cannabis. Além disso, é preciso saber sobre as regulações incidentes, principalmente em relação à administração oral e nasal, as únicas permitidas pela Anvisa até o momento, em relação ao óleo de CBD.

Isso significa que o paciente interessado em iniciar um tratamento com Cannabis deve obter a prescrição junto a um médico. Somente assim ele pode obter o medicamento que deseja, além de sempre se reportar ao profissional em caso de efeito colateral ou melhora em seu quadro de depressão.

CBD substitui medicamentos contra depressão?

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Infelizmente, não são raros os relatos de que os remédios antidepressivos acarretam reações adversas aos pacientes. Dito isso, quando a pessoa procura se tratar com Cannabis, é porque ela deseja uma qualidade de vida maior em todos os sentidos.

Portanto, tudo depende de como o organismo responde ao tratamento. Todavia, em caso de melhora, é possível substituir os medicamentos tradicionais contra a depressão. Conforme a pessoa tem progressão em seu quadro, ela pode também optar pelas outras alternativas citadas aqui, como a jardinagem e exposição frequente ao sol.

Onde encontrar CBD para depressão?

A Anvisa permite que as farmácias e drogarias vendam medicamentos à base de Cannabis, desde que tenham prescrição médica. Caso não seja possível encontrar o medicamento no Brasil, é possível ainda recorrer à importação, sendo necessária uma autorização oficial da Anvisa para que o remédio seja importado.

Vale destacar que tanto o medicamento importado quanto o vendido em farmácia devem seguir o limite permitido pela ANVISA no teor de THC, em virtude do efeito psicotrópico.

Outro ponto a ser observado é que a entrega do produto precisa ser por uma companhia logística, em vez dos Correios. Além da farmácia e da importação, existe ainda a opção de obter o CBD por meio de algumas associações judicialmente legalizadas, se o médico julgar que essa opção seja segura ao tratamento.

Remédios naturais para a depressão, como vimos, podem ter efeitos parecidos ou até melhores do que os medicamentos tradicionais. Sendo um mal que acomete muitas pessoas, a ajuda médica é crucial, principalmente na ocorrência dos sintomas citados aqui.

Se deseja iniciar o tratamento à base de Cannabis, agende agora mesmo uma consulta com um médico na nossa plataforma!

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