THCV: o que é, efeitos e benefícios deste canabinoide

thcv

Quando falamos no uso medicinal da Cannabis e o uso dos canabinoides para tratamentos e terapias, normalmente focamos no canabidiol (CBD) e tetrahidrocanabinol (THC). Afinal, são os dois compostos com maior concentração na planta e que possuem as pesquisas mais avançadas até o momento.

Contudo, temos um avanço significativo nas investigações sobre o uso de outros canabinoides e. Portanto, é importante sabermos sobre outros usos de substâncias igualmente importantes para o uso medicinal da planta.

Neste artigo vamos focar no THCV. Você verá o que é, quais seus efeitos e os benefícios desse canabinoide. Aproveite e tire suas dúvidas sobre o tema. Boa leitura.

O que é são canabinoides

Os canabinoides são conhecidos popularmente como substâncias encontradas nos diferentes tipos de Cannabis. Sua descoberta ocorreu em 1950, quando encontraram a substância em glândulas resinosas da planta. Contudo, nesse caso, estamos falando de fitocanabinoides, que podem ser encontrados, inclusive, em outras espécies vegetais, embora esteja em maior concentração na Cannabis.

Essa diferença é importante porque temos outros tipo de canabinoides: os endocanabinoides, encontrados nos sistemas endocanabinoide de mamíferos. Sim, o organismo também produz endocanabinoides.

Popularmente, muitas pessoas associam o termo “canabinoides” com as propriedades psicoativas da Cannabis. Só que são mais de 100 substâncias como essa nas plantas, e elas não necessariamente elas geram esse efeito. Na verdade, a maioria dos canabinoides é importante para regulação do nosso organismo e. Portanto, possui propriedades medicinais e terapêuticas importantes.

Com menos preconceito sobe essas questões, vemos cada vez mais pesquisas sendo realizadas para a descoberta dos benefícios dos canabinoides para saúde. E um dos mais explorados pela medicina é o tetrahidrocanabivarina (THCV).

O que é tetrahidrocanabivarina (THCV)

Um dos canabinoides importantes que temos para o uso da Cannabis medicinal é o tetrahidrocanabivarina (tetrahydrocannabivarin, ou THCV). É um dos que se apresenta com menor concentração na planta em comparação com outros mais conhecidos (como o CBD e THC), chegando a uma concentração de 0,2%. Por isso, sua extração é feita de forma muito precisa para evitar desperdícios.

O THCV surge quando ocorre um processo de descarboxilação em temperaturas mais elevadas do que o THC. Ambas são originadas do aquecimento do THCVA (outro canabinoide presente na Cannabis), normalmente com maior concentração na flor.

Algumas espécies de Cannabis podem conter THCV em maior concentração. É o caso, por exemplo, das sativas africanas. Outras espécies cruzadas também podem ter maior quantidade desse canabinoide em sua composição.

Sua estrutura molecular assemelha-se consideravelmente com o THC. Porém, no ponto em que o THC tem 5 átomos de carbono, o THCV possui apenas 3. E, com isso, ele possui algumas propriedades que o tornam diferenciado em comparação ao primeiro.

Outro ponto importante que vale a pena deixar claro é que o THCV, quando consumido em baixas doses, não é psicoativo. Por isso, você pode realizar seu uso terapêutico sem ter efeitos colaterais que possam prejudicar o seu dia a dia. Não há pesquisas que indiquem a partir de qual concentração podemos encontrar intoxicação por THCV que leve a uma resposta psicoativa.

Algumas de suas ações são:

  • relaxante;
  • eufórica;
  • energizante.

Por ser altamente benéfica, mas, ao mesmo tempo, ter uma maior dificuldade para sua extração, muitos especialistas a chamam de “carro esportivo da Cannabis”: altamente eficiente, contudo, difícil de ser obtido.

THCV e o sistema endocanabinoide

Para falarmos da relação entre THCV e sistema endocanabinoide, é importante sabermos o que é esse segundo. Todos os mamíferos possuem sistema endocanabinoide (ECS). É um sistema importante principalmente para regulação de funções importantes do corpo e mantê-lo em equilíbrio. Algumas das funções que ele auxilia a regular são:

  • apetite;
  • humor;
  • libido;
  • imunidade;
  • cognição;
  • percepção;
  • sono, entre outros.

Assim, é o sistema que auxilia a manter a homeostase no corpo. Ele é composto por dois receptores endocanabinoides conhecidos (CB1 e CB2), de forma que os canabinoides ligam-se a ele e auxiliam, assim, a ativá-los, de forma a regular funções no organismo. Gerando assim alterações que podem auxiliar na saúde e bem-estar do paciente.

Por exemplo, quando um canabinoide liga-se a um receptor que está ligado a regulação de sono, pode ter um efeito sedativo, auxiliando a regular o sono e minimizar os efeitos da insônia.

Diferentes canabinoides ligam-se a esses receptores por afinidade. Quando utilizado da forma adequada, é possível ter resultados positivos e terapêuticos em seu uso para quadros de saúde e, assim, amenizar eventuais sintomas desconfortáveis – por exemplo, minimizar dores graves de situações crônicas, como a fibromialgia.

Mas então, como o THCV se relaciona com o sistema endocanabinoide? Bom, vamos por partes porque essa questão é mais técnica, mas vamos ajudar você a entender melhor passo a passo, ok?

Quando há uma dosagem mais elevada, o THCV atua como um agonista CB1. O que isso significa? Significa que ele possui uma facilidade de ligar-se aos receptores CB1, gerando um superestímulo do seu sistema endocanabinoide. O resultado disso é um desequilíbrio das funções que esse receptor auxilia a regular, entre elas:

  • percepção;
  • cognição;
  • memória;
  • apetite;
  • libido.

Ou seja, você poderá ter uma alteração significativa na sua percepção, falhas de memória, entre outros problemas. Isso acontece, justamente, por um desequilíbrio gerado pela superdosagem.

Quando é consumido em doses baixas, curiosamente, ele possui o efeito oposto: torna-se um antagonista do CB1. Ele chega, inclusive, a bloquear o receptor, o que pode ser interessante quando busca-se compensar os efeitos de dosagens mais altas de THC.

Com consumo de dosagens baixas, é possível, também, ativar receptores CB1. Ele está ligado, muitas vezes, com o sistema gastrointestinal e imunológico. Com isso, quando trabalhado de forma adequada, pode trazer benefícios para essa região.

A diferença entre THC e THCV

Na raiz da questão, o THC e THCV possuem diferenças moleculares. O THCV possui uma cadeia lateral de átomos de carbono, de forma muito semelhante ao THC. Contudo, o THC possui 5 átomos de carbono, enquanto o THCV possui apenas 3.

A princípio pode parecer uma alteração insignificante, não é mesmo? Mas , a redução de 2 carbonos faz bastante diferença na forma como esses dois canabinoides afetam o organismo dos seres humanos.

De modo geral, podemos dizer que o THCV é uma “versão menos potente” do THC. Ainda que precisemos fazer uma ressalva nisso: dependerá da concentração de ingestão do THCV. Além disso, temos alguns paralelos de resultados no organismo entre THC e THCV.

Por exemplo, enquanto o THC é conhecido, justamente, por ser um estimulador de apetite e, portanto, ser recomendado para quadros nos quais a pessoa sinta-se nauseada e pare de comer (como para pacientes em tratamento quimioterápico), o THCV possui justamente propriedade de inibir o apetite. Assim, pode ser um aliado em quadros de obesidade e compulsão alimentar.

Aspectos terapêuticos do THCV

Mas afinal, como o THCV pode agir de forma terapêutica? Como falamos, a regulação da dosagem é fundamental para obter melhores resultados. Quando utilizado em doses baixas, ele pode agir de forma combinada com o THC, para o bloqueio de receptores CB1. Com isso, é possível ter os benefícios do segundo, com o equilíbrio gerado pelo primeiro.

Nessa combinação, portanto, é possível ter ganhos significativos para o tratamento da ansiedade generalizada e quadros de pânico. Também pode ser utilizada para pacientes que tenham Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

Outro benefício dessa combinação está, também, para o tratamento de quadros de neurodegeneração. Por isso, ele pode ser um aliado importante para o Alzheimer, Esclerose Múltipla e Parkinson.

Seu princípio antagonista de CB1 também auxilia em proporcionar supressão do apetite. O que pode ser interessante como um tratamento complementar para distúrbios alimentares e tratamento da obesidade, sendo uma solução de curto prazo. Quando combinado com outros fatores de longo prazo, pode trazer diversos benefícios.

Aspectos medicinais do THCV

Apesar de ainda termos poucas pesquisas sobre THCV, em comparação com outros canabinoides (principalmente THC e CBD), temos avanços significativos na descoberta de benefícios no uso do THCV. Veremos as principais a seguir.

Regulação do açúcar

O THCV pode ser um importante aliado para o tratamento da Diabetes Tipo 2. Segundo pesquisa, há indícios de que ela pode auxiliar a melhorar a tolerância à glicose e melhorar os níveis de insulina no organismo. Assim, pode ser um tratamento complementar para melhorar os indicadores de forma natural.

Outro ponto a ser considerado, também, é que há uma relação entre obesidade e diabetes. Como o THCV pode auxiliar a reduzir esse quadro, é possível reduzir o peso e restaurar a sinalização de insulina.

Inclusive, já existem farmacêuticas de olho nessa ação. A GW Pharmaceuticals, que produziu o primeiro medicamento à base de Cannabis registrado no Brasil, o Mevatyl, está trabalhando em uma medicação que utiliza justamente o THCV para o tratamento da Diabetes Tipo 2.

Ação anti-inflamatória

Outra evidência científica aponta, também, o benefício do THCV para ação anti-inflamatória. Segundo o estudo, isso ocorre porque quando ele realiza o bloqueio do CB1 e ativa o CB2, é possível diminuir comportamento de dor e, assim, minimizar sinais de inflamação. Também há outra hipótese, que seria a possibilidade desse canabinoide inibir produção cíclica de AMP (cAMP).

Essa última pode auxiliar, por exemplo, no tratamento de doenças auto-imunes e inflamatórias, podendo atuar, principalmente, em casos de quadros hepáticos crônicos e, até mesmo, para AVC.

Não precisamos, no entanto, ir para casos extremos. Quadros inflamatórios simples podem encontrar benefícios no uso do THCV para resolução da questão, amenizando eventuais complicações futuras.

Proteção óssea

Uma das funções reguladoras do nosso sistema endocanabinoide é, justamente, manter a saúde de nossos ossos, auxiliando na restauração da atividade das células ósseas. E um dado interessante é que temos receptores CB1 e CB2 na estrutura interna de nosso esqueleto. Ainda sabemos pouco sobre a ação do THCV no que diz respeito a densificar os ossos, mas há a hipótese de que os receptores CB1 poderiam ajudar na sintetização de células da medula óssea em osteoblastos.

Essa ação seria responsável pela geração de novas células boas, o que auxiliaria no tratamento de degenerações ósseas (que causam doenças como osteoporose e osteopenia). São hipóteses, mas o que temos de evidência é que o sistema endocanabinoide esquelético é ativado por canabinoides como o THCV e auxilia no aumento de massa óssea.

Sabemos que a osteoporose e a osteopenia são quadros que podem trazer não só complicações na qualidade de vida, mas também até mesmo risco de morte para o paciente. Por isso, os avanços neste tipo de tratamento são importantíssimos e esperamos que logo possam estar disponíveis para o amplo público.

Tratamento de distúrbios alimentares

Uma curiosidade do THCV é que, neste quesito, ele atua de forma oposta ao seu “primo”. Enquanto o THC é responsável, justamente, pelo aumento do apetite, o THC com V possui ação de inibir o apetite.

Por isso, ele pode ser utilizado para casos de compulsão alimentar, auxiliando em duas frentes: tanto para inibição do apetite a curto prazo quanto para aliviar sintomas ansiosos (que são responsáveis, em alguns casos, justamente por um aumento da fome do paciente).

Com isso, ele pode ser utilizado, por exemplo, para frear a compulsão alimentar e auxiliar na reeducação alimentar de pacientes que vão ser submetidos a cirurgia bariátrica como tratamento para obesidade mórbida. Em contrapartida, não é benéfica para pessoas que possuem distúrbios alimentares diametralmente opostos (como anorexia e bulimia).

Outros benefícios do uso do THCV

Para além dos tratamentos para as situações que listamos anteriormente, temos também outros benefícios no uso do THCV para tratamentos e terapias. São eles:

  • efeitos anticonvulsivos: quando o THCV une-se a outros canabinoides (como o CBD), pode ser um grande aliado para o tratamento da epilepsia. Ambos atuando de forma conjunta permitiu reduzir significativamente a atividade associada ao quadro, reduzindo os estados hiperexcitáveis que levam a convulsões. Essas pesquisas estão em estágio inicial e, assim, precisamos esperar mais avanços para confirmar essa evidência;
  • propriedades analgésicas;
  • proteção neuropática: em modelos animais, o THCV trouxe resultados significativos para evitar a progressão do Parkinson, devido a suas propriedades antioxidantes e bloqueio dos receptores CB1, tendo um bom perfil farmacológico para atrasar a progressão da doença. Também é promissor para retardar o Alzheimer. Além disso, ele também é importante para o tratamento de sintomas causados por esses quadros (tremores, problemas de coordenação motora, entre outros), amenizando-os;
  • propriedades ansiolíticas: por isso, é uma aliada importante para reduzir ataques de pânico sem gerar, necessariamente, uma sensação de apatia que muitas medicações tradicionais trazem (como os benzodiazepínicos). Assim, o THCV consegue proporcionar uma sensação de relaxamento, principalmente, quando combinado com o THC, sem gerar, necessariamente, um efeito psicoativo. Segundo um estudo focado no uso combinado dos dois canabinoides, há menos efeitos colaterais (tais como taquicardia, paranoias, entre outros) do que quando é utilizado apenas o THC para o tratamento da ansiedade;
  • melhora de energia e foco: com o benefício de que, diferentemente do THC, isso vem sem necessariamente gerar um estado de euforia.

E todos esses benefícios são identificados em pesquisas ainda iniciais. Isso porque agora que vemos o avanço das pesquisas sobre outros canabinoides para além do THC e CBD. Por isso, podemos ver ainda novidades importantes nos próximos anos neste quesito. Além disso, podemos esperar novas medicações com o THCV isolado sendo produzidos e comercializados.

THCV oferece algum efeito secundário?

Uma dúvida muito comum é se o THCV pode proporcionar efeitos colaterais em seu uso e, assim, causar problemas a longo prazo. A questão aqui a ser analisada é a dosagem. Quando ela está acima do recomendado, pode-se ter efeitos psicoativos no organismo. Nesse caso, temos os seguintes efeitos colaterais:

  • alteração no apetite;
  • humor oscilante;
  • percepção incorreta da realidade;
  • quadros de pânico;
  • problemas de cognição (dificuldade para ler uma situação ou, então, interpretar mal um contexto);
  • memória (lapsos de memória ou lembranças incorretas);
  • libido (pode aumentar ou diminuir consideravelmente).

Contudo, no uso seguro, com as dosagens recomendadas, é possível ter os benefícios sem maiores complicações. Para doses baixas, não há relatos clínicos ainda de qualquer tipo de problema no uso do THCV de forma medicinal.

O que temos é que, no uso prolongado, alguns participantes de pesquisas relatam sentirem-se mais cansados do que o normal, o que pode gerar a necessidade de maior atenção ao dirigir, por exemplo, ou evitar conduzir veículos nesses momentos. De qualquer forma, seu médico prescritor acompanhará todo o processo e poderá oferecer as melhores recomendações de acordo com as reações que você eventualmentepossa ter.

Por isso é tão importante o acompanhamento com profissional especializado, pois ele saberá identificar qual é a sua necessidade e evitar uma superdose e evitar efeitos nocivos para a saúde.

É importante reforçarmos que é muito difícil encontrar altas concentrações de THCV. Contudo, mesmo assim, é fundamental ter todos os cuidados com a prescrição realizada por um profissional prescritor de Cannabis Medicinal.

O uso de THCV é legal no Brasil?

Até janeiro de 2022, temos a autorização sanitária da Anvisa para 10 produtos medicinais à base de Cannabis. A última aprovação ocorreu no dia 07 desde mês. A maioria são  com canabidiol, mas também temos medicações aqueles de espectro completo, ou seja, que tenham mais de um canabinoide em sua composição, e inclusive THC.

Assim, é possível importar medicamentos que tenham sido aprovados pela Anvisa para tratamento com Cannabis Medicinal que possuam THCV em sua composição. Contudo, é sempre importante estar atento as novidades que apareçam, pois podemos ter novas medicações e compostos aprovados pela agência para poderem entrar no Brasil.

Como iniciar um tratamento com canabinoides

Diante de tudo que listamos ao longo deste guia completo sobe canabinoides, você pode estar curioso agora sobre o uso do THCV e outros para suas questões de saúde, ou de seus familiares. E esse é um ponto que muitos têm dúvidas: como iniciar um tratamento com canabinoides?

Em primeiro lugar, medicações com Cannabis ainda não possuem autorização para venda sem prescrição médica no Brasil. Todo o processo é mediado pela Anvisa, que realiza a autorização de importação para quem possua a prescrição.

Apesar dos canabinoides terem efeitos positivos significativos no organismo, é essencial garantir que o tratamento seja feito de forma adequada, com as doses recomendadas caso a caso. Isso porque quando as concentrações não são moduladas de forma adequada, pode-se ter um desequilíbrio nessas funções e gerar problemas.

Um exemplo disso ocorre com o THC. Quando utilizado em doses adequadas, ele possui propriedades:

  • anticonvulsivas;
  • anti-inflamatórias;
  • antidepressivas;
  • anti-hipertensivas;
  • analgésicas;
  • aumento de apetite, entre outros.

Quando utilizado em superdose, pode gerar efeitos psicoativos no organismo, devido à intoxicação gerada pela substância. Isso ocorre porque há um estímulo exagerado sobre o sistema endocanabinoide, acionando os receptores CB1 no cérebro. Ou seja, os efeitos psicoativos do THC surgem por desequilíbrio da função reguladora do sistema endocanabinoide.

É fundamental contar com o suporte de um especialista, justamente, para evitar complicações e ter um uso saudável e seguro de canabinoides – não limitando-se apenas ao THCV, mas também é possível ter a combinação com outras substâncias igualmente benéficas.

Além disso, as dosagens são realizadas de forma individualizada, caso a caso. Por exemplo, algumas pessoas terão uma maior indicação para o uso de um determinado canabinoide de forma isolada, enquanto outras poderão ter melhores resultados com o uso combinado com outras substâncias. Afinal, evidências apontam que, em alguns casos, a interação entre eles pode ser altamente benéfica, potencializando os resultados.

Por isso, se você quer começar o tratamento com canabinoides, o primeiro passo é encontrar um médico prescritor de confiança. Ele terá conhecimento sobre os tratamentos com Cannabis Medicinal e analisará o seu caso, identificando quais são as substâncias mais indicadas e as concentrações adequadas para a sua situação.

A partir da prescrição, ele também poderá te orientar sobre os processos de solicitação junto à Anvisa, para realizar a compra da medicação. Por isso, é fundamental encontrar profissionais solícitos e de confiança.

A boa notícia é que o portal Cannabis & Saúde pode te ajudar. Para encontrar o médico prescritor que poderá indicar o uso de THCV e outros canabinoides, acesse nossa plataforma de agendamento de consultas e inicie seu tratamento! Temos mais de 150 médicos cadastrados e mais de 3 mil consultas já foram agendadas através da plataforma.

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