Dor Neuropática e Cannabis Medicinal: Como Funciona?

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Você já ouviu falar no uso da Cannabis Medicinal para o tratamento da dor neuropática?

As dores neuropáticas são tipos de dores que podem acometer uma pessoa quando os nervos dela estejam feridos ou apresentem algum tipo de lesão, sobretudo no sistema nervoso. 

Esse tipo de doença pode atingir até 10% da população mundial e traz problemas de natureza que varia de leve a muito severa. As sensações do paciente que possui dores neuropáticas podem variar bastante, tanto com relação à intensidade quanto ao local onde as dores são sentidas.

Essas dores podem aparecer também de formas diferentes, se manifestando em forma de queimação, formigamento, choques ou pontadas em todas as partes do corpo. Nesse sentido, é importante ficar de olho se as dores ocorrem de maneira constante ou não.

Por ser ligada a uma questão neurológica, o principal especialista para tratar a dor neuropática é o neurologista. É ele quem deve proceder com o diagnóstico, solicitações de exames e determinar o tratamento ao qual o paciente será submetido.

Na maioria dos tratamentos, há a utilização de medicamentos tradicionais, como anticonvulsivantes e antidepressivos. 

Mais recentemente, há alguns estudos que apontam para a eficiência da Cannabis Medicinal em tratar e aliviar os sintomas da dor neuropática. 

Se você quer saber mais sobre a dor neuropática, como ela influencia a vida do paciente e as possibilidades de tratamento com cannabis medicinal, bem como os estudos que comprovam sua eficácia continue lendo!

O que é dor neuropática?

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A dor neuropática é um tipo de dor que o paciente pode sentir quando os nervos do sistema nervoso central ou periférico tem algum tipo de dano ou ferimento. 

Há dois tipos básicos de dor neuropática: a mononeuropatia e a polineuropatia. Elas se diferem com relação ao número de nervos que estão com problemas e também nos sintomas.

Enquanto na mononeuropatia os sintomas costumam aparecer apenas em um lado ou uma parte específica do corpo, a polineuropatia ocorre de forma generalizada. Nesse sentido, as dores podem ocorrer tanto em membros inferiores, quanto posteriores e até mesmo no tronco.

Nesses casos, o paciente pode acabar se tornando incapaz de realizar diversas tarefas do dia a dia, mesmo as mais básicas como andar, pegar objetos e falar.

A condição da dor neuropática pode durar por toda a vida ou por anos, mas há tratamentos que são capazes de curá-la, sobretudo quando se está nos estágios iniciais.

Quando não é possível mais curá-la, os tratamentos são feitos no sentido de amenizar as dores sentidas pelo paciente, sendo possível em alguns casos, que ele passe a levar uma vida “normal” após iniciar o tratamento.

O que pode causar a dor neuropática?

Com relação às causas da dor neuropática, há estudos que indicam 4 tipos de causas principais.

  • Doenças infecciosas

As doenças infecciosas, isto é, aquelas que são causadas por vírus e bactérias, podem causar danos no sistema nervoso central (ou periférico). Isso ocorre quando estes organismos liberam toxinas ou causam degeneração nos nervos. 

Um dos principais causadores desse tipo de dano é o vírus Varicela zoster, causador de enfermidades como a herpes zoster (cobreiro) e a própria varicela. Este vírus tem relação ainda com a catapora, doença que costuma acometer crianças e adolescentes com certa frequência.

Conhecida como neuropatia diabética, esta é uma das complicações mais graves do diabetes. Ela costuma afetar os nervos periféricos – isto é, aqueles que influenciam nas partes mais externas dos membros, como as mãos e os pés.

Inicialmente a neuropatia diabética não apresenta sintomas, mas dores, sensibilidade excessiva e formigamentos devem ser levados a sério e contar com auxílio médico.

Em casos mais graves, podem incluir até mesmo problemas na digestão, na bexiga e no controle da frequência cardíaca.

O tratamento desse tipo de neuropatia inclui o controle glicêmico feito com acompanhamento e critério, bem como os medicamentos comuns para dor neuropática.

  • Traumas e rompimentos

Muitas vezes, um acidente ou incidente de grande gravidade, bem como cirurgias de extrema complexidade, podem trazer o surgimento das dores neuropáticas.

Quando há um trauma, pode haver lesões nos nervos, que trarão complicações no pós-operatório, com dores que muitas vezes são insuportáveis.

  • Alcoolismo, uso de drogas e déficit nutricional

O uso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes podem ser bastante problemáticos, pois afetam de forma direta o sistema nervoso. 

Muitas vezes, o uso indiscriminado e contínuo dessas substâncias pode trazer alterações nas atividades neurológicas, bem como influenciar e danificar nervos.

Por fim, outra causa que também é ligada aos hábitos do paciente, é o déficit nutricional. 

Se o paciente não se alimenta da forma correta e há uma falta dos nutrientes corretos, como vitaminas, ferro, cálcio, entre outros, há também um prejuízo às condições do sistema nervoso.

Como a dor neuropática age no corpo humano?

A dor neuropática ocorre através de uma lesão ocorrida no sistema nervoso – tanto central quanto periférico. Estes, levam o paciente a experimentar uma dor neuropática que pode variar de leve a severa, de acordo com o tamanho da lesão.

Inicialmente, esta lesão gera uma inflamação que pode expor o nervo à ação de agentes indesejados, sobretudo a citocinas que poderão aumentar a lesão ou trazer estímulos problemáticos como a dor.

Nesse sentido, quanto maior for o tempo da dor neuropática sem tratamento, piores são as consequências, podendo levar inclusive a um caso crônico de neuropatia.

Sintomas da dor neuropática

Os principais sintomas da dor neuropática tem a ver com as dores e sensações de formigamento que uma pessoa pode sofrer em diversas partes do corpo. 

Os sintomas podem ocorrer tanto de forma contínua/persistente, quando só são amenizados com o uso de medicamentos quanto de forma intermitente. 

Neste último caso, quando a doença está em estágio inicial, a dor neuropática pode demorar bastante para aparecer novamente. Os sintomas podem se manifestar em formas de pontadas na cabeça, queimação, choques, formigamento e sensação de agulhadas.

É importante dizer que nem toda dor ou sintoma deste tipo, significa que você é portador de dor neuropática. 

Entretanto, quando há a persistência de sintomas, um médico deve ser consultado para resolver a questão e tirar as dúvidas de maneira profissional.

Tipos de Dor Neuropática

Como dissemos anteriormente, há dois tipos de dores neuropáticas. Essa classificação está ligada à forma com que os sintomas estão espalhados pelo corpo – se estão generalizados ou afetam apenas partes específicas.

– Mononeuropatia 

A mononeuropatia é uma forma menos grave de dor neuropática, embora possa causar problemas sérios e incômodos debilitantes para quem a sente. Normalmente ocorre de forma mais individualizada, nas partes externas dos membros.

A classificação “mono” tem a ver com o fato de que apenas um trajeto nervoso está comprometido pela doença. Nesse sentido, pode ser um nervo localizado na perna direita, por exemplo. Assim, a outra perna não causará as mesmas dores.

– Polineuropatia

Por outro lado, a polineuropatia é quando vários nervos estão sendo prejudicados ao mesmo tempo. Nesses casos, a pessoa pode acabar sentindo dores no corpo todo e torná-la incapacitada para a maioria das tarefas cotidianas.

Isso inclui andar, pegar objetos, entre outras tarefas que são executadas de maneira tranquila pela maior parte das pessoas.

Fatores de risco da dor neuropática

As dores neuropáticas podem aparecer em qualquer idade, mas normalmente estão ligadas a pessoas com mais de 60 anos do sexo feminino. 

Um outro fator de risco bastante importante é a realização de cirurgias, sobretudo as que ocorrem em lugares muito próximos de nervos, como é o caso das neurocirurgias.

Por fim, como dissemos anteriormente, a neuropatia pode ser causada por alguns fatores como a Diabetes mellitus, o déficit nutricional, o alcoolismo e o uso de drogas. Um paciente com estes problemas, também têm mais risco de contrair a dor neuropática do que um paciente que esteja fora desse grupo.

Como identificar a Dor Neuropática?

Embora os sintomas das dores neuropáticas possam aparecer de forma comum a pacientes que não possuem esse tipo de problema, há alguns fatores a serem considerados.

  • Os sintomas são persistentes? Se sim, ocorrem há mais de 7 dias?
  • As dores ocorrem em um lugar específico do corpo ou é uma dor generalizada?
  • Você faz parte de algum dos fatores de risco para a doença?
  • Você fez alguma cirurgia recentemente?
  • Você sente dores com frequência e sem nenhuma outra causa aparente?

Fazer esses questionamentos para si mesmo, é uma boa forma não de diagnosticar, mas excluir as possibilidades de que você tem a dor neuropática. 

Por outro lado, para fazer a confirmação de fato, é necessário procurar um profissional que seja capaz de identificar os seus sintomas e solicitar alguns exames para embasar o seu diagnóstico.

– Que especialista procurar para tratar a dor neuropática?

Há alguns especialistas que podem ser procurados para tratar a dor neuropática. Quando falamos de dores na cabeça e no cérebro, o mais comum é que pensemos nos neurologistas. 

Entretanto, há outros médicos que têm experiência com o tratamento de dores em diversas partes do corpo. Nesse sentido, outras especialidades também podem ser consultadas como reumatologistas e ortopedistas, por exemplo.

Ao iniciar a consulta, o médico perguntará quais são as dores que você sente e qual a intensidade delas. 

Possivelmente, ele também fará alguns testes com você, tanto para verificar a sua sensibilidade nas partes do corpo afetadas, bem como testes de reflexo.

Além dos exames clínicos, exames laboratoriais e de imagem podem ser pedidos, de forma a demonstrar de fato quais são os comprometimentos clínicos do paciente com relação às funções do sistema nervoso.

Com os resultados em mãos, o neurologista será capaz de encaminhá-lo para o tratamento mais adequado e instruí-lo sobre quais atitudes você deve tomar para amenizar as dores e conviver com elas.

Dor neuropática tem cura?

A dor neuropática tem cura em boa parte das vezes, e os tratamentos clínicos geralmente estão focados nela. Entretanto, há casos em que não é possível curá-la, quando o nervo já está muito danificado e não há mais capacidade de regeneração.

Nesse caso, o tratamento deve ser administrado de forma a melhorar a qualidade de vida do paciente por meio da diminuição da dor. 

Nesse sentido, analgésicos são administrados para diminuir as sensações de formigamento, hipersensibilidade ou dores.

Outros tipos de medicamento podem ser administrados e agem diretamente no sistema nervoso central. Há casos em que a medicação tradicional pode trazer efeitos colaterais consideráveis, causando desconforto ao paciente. 

Como funciona o tratamento da Dor Neuropática?

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Como dissemos anteriormente, o tratamento da dor neuropática pode ser feito por meio da administração de medicamentos comuns como anticonvulsivantes e anestésicos.

Abaixo, alguns detalhes sobre como os tratamentos comuns com o uso de medicamentos para a dor neuropática funcionam:

  • Anestésicos:

Os anestésicos agem no sentido de diminuir a atividade elétrica dos nervos – isto é, diminuindo a forma com que os impulsos são recebidos e enviados por eles. Com isso, há uma amenização da dor.

São normalmente administrados por via oral e controlados pelo próprio paciente de acordo com receita passada pelo médico. Podem ser administrados também na forma intravenosa ou direto na medula espinhal.

  • Anticonvulsivantes:

Como o próprio nome já diz, os anticonvulsivantes tem como função principal diminuir os efeitos das convulsões, que ocorrem por espasmos involuntários da musculatura. Esses espasmos também são realizados por desordens no sistema nervoso, e aí entra a sua utilização na dor neuropática.

Sua ação é bastante parecida com os anestésicos, mas também agem no sentido de bloquear as dores em determinadas passagens nervosas mais críticas.

Também são administrados por via oral, controlados pelo próprio paciente de acordo com a receita médica.

  • Antidepressivos

Do mesmo modo que o nome dos anticonvulsivantes dizem muito sobre sua utilização, os antidepressivos também são bastante utilizados no tratamento de pessoas com depressão, sobretudo as que são causadas por questões químicas no sistema neurológico.

Nesse sentido, estimulam partes do sistema nervoso de modo a impedir a passagem das dores. São administrados por via oral.

Vale dizer, que todos estes medicamentos, quando administrados por via oral, apresentam melhoras nos sintomas e nas dores após duas ou três semanas do início da medicação. 

Quando o organismo do paciente ainda não está adaptado com a medicação, é normal que haja alguns efeitos colaterais bastante complicados. Entre eles, destaca-se a presença de tontura, sensação de cabeça vazia, sonolência e boca seca.

Estes efeitos normalmente duram entre 5 e 7 dias, mas podem ser mais duradouros a depender da dosagem administrada. Nesses casos, é importante procurar novamente o neurologista para verificar se a dosagem está certa.

Como aliviar as dores neuropáticas

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Normalmente as dores neuropáticas são tratadas com a utilização de medicamentos, como dito anteriormente. 

Além deles, podem ser utilizadas algumas outras estratégias em seu tratamento, como é o caso da fisioterapia.

A fisioterapia age no paciente de forma a melhorar o lado físico da dor, fazendo com que a região afetada tenha que lidar apenas com a dor neuropática, e não com as que são causadas por outros problemas.

Uma rotina de exercícios, quando feita de forma constante, também ajuda a aliviar as dores e evitar que elas voltem de forma regular. 

Além disso, os exercícios fazem com que o paciente seja capaz de realizar suas atividades tranquilamente, ao invés de ter seus músculos atrofiados e ter mais um agente incapacitador além da dor neuropática.

Por fim, exercícios acompanhados por um profissional de educação física ou fisioterapia podem ajudar o corpo a produzir quimicamente algumas substâncias capazes de amenizar a dor e realizar a regeneração dos nervos.

Dor neuropática e Cannabis Medicinal – Como auxilia no tratamento?

A dor neuropática pode ser tratada com a utilização da Cannabis Medicinal. 

Nesse sentido, ela age de duas maneiras principais: diminuindo a intensidade da dor e trazendo um aumento na tolerância do paciente com ela.

Sua ação ocorre como um mecanismo que faz o bloqueio da resposta da dor. Isso ocorre através do aumento do receptor CB1 na região cerebral referente à dor neuropática, e no receptor CB2.

O CB2, inclusive, está relacionado à antinocicepção, que é a redução na capacidade de perceber a dor. Este é um importante componente para o organismo humano, quando envolvido em situações de emergência. 

– Como é feito o tratamento por meio da Cannabis medicinal?

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Muitos pacientes que possuem dores crônicas, reclamam que os medicamentos tradicionais causam muitos efeitos colaterais e nem sempre são capazes de trazer resultados consideráveis quando falamos em redução da dor.

Os tratamentos medicinais com o uso de cannabis para a dor neuropática e outras doenças ocorrem através da utilização apenas de compostos da planta que não sejam alucinógenos ou que não induzam o paciente ao vício. 

Por isso, a cannabis tem sido utilizada por médicos como um complemento às terapias convencionais, ou até mesmo como fonte principal de tratamento de pacientes com dor neuropática.

Estudos apontam que a eficácia na utilização do CBD e do THC são consideráveis, reduzindo os escores de dor, proporcionando melhorias na qualidade de vida dos pacientes.

– O papel do sistema endocanabinoide na Dor Neuropática

Os corpos dos seres humanos e da maioria dos animais produzem seus próprios canabinoides, chamados endocanabinoides

Hoje a ciência conhece bem a anandamida e o 2AG (glicerol 2-araquidonoil). Essas substâncias têm a função de modular os neurônios pré-sinápticos através dos receptores para os canabinoides chamados CB1 e CB2.

O CB1 está presente principalmente no sistema nervoso central e periférico e é responsável pela maioria dos efeitos neurocomportamentais, atuando na dor e transtornos do humor. 

Já o CB2 está presente principalmente no sistema imunológico e atua modulando resposta inflamatória e citocinas.

– Estudos sobre o uso do Canabidiol no tratamento da Dor Neuropática

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Segundo report The Health Effects of Cannabis and Cannabinoids: The Current State of Evidence and Recommendations for Research, de janeiro de 2017, existem evidências conclusivas ou substanciais de que os canabinoides são eficazes para o tratamento da dor crônica em adultos.

Além disso, o CBD tem efeito antiemético e trouxe uma melhora na espasticidade da esclerose múltipla.

O Manual de Cannabis e Patologias Relacionadas, publicado em 2017, indica que a Cannabis e produtos relacionados podem ser eficazes no tratamento de alguns sintomas da fibromialgia, sobretudo a dor. 

Num estudo de 2011, 28 participantes que usaram Cannabis para a patologia classificaram seus benefícios percebidos para cada sintoma. 

Entre eles, aproximadamente 43% relataram forte alívio da dor e 43% relataram leve alívio da dor. Os 7% restantes não relataram diferença nos sintomas de dor.

– A Eficácia do Canabidiol no tratamento da Dor Neuropática

O composto atua como fator de homeostase dos sistemas neurotransmissores como modulador ativo, através dos endocanabinoides 2-AQ, que modulam a dor nos receptores CB1.

Conforme já explicamos, é o principal do sistema nervoso central, regulador da dor, e o CB2, que é redutor de inflamação.

Os benefícios canabidiol, mas também do THC, na dor crônica, são:

  • Ação anti-inflamatória 
  • Ação relaxante muscular
  • Restauração do sono
  • Alívio da ansiedade
  • Melhora da depressão
  • Reduz receio do contato físico
  • Não é psicotrópico 
  • Facilidade da via de administração

– Uso de canabinoides na dor crônica e em cuidados paliativos

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As evidências científicas da eficiência da Cannabis no controle de dores e cuidados paliativos são antigas. 

Um estudo de 2009 publicado na Revista Brasileira de Anestesiologia sustenta que é consenso de que os canabinoides “oferecem benefícios aos pacientes sem possibilidades de cura, como a Aids, câncer terminal e portadores de doenças neurológicas, como esclerose lateral amiotrófica (ELA) 23”.

O estudo, intitulado “Uso de canabinoides na dor crônica e em cuidados paliativos”, conclui ainda que o THC puro mostrou significativos benefícios terapêuticos para alívio de náuseas e vômitos e para o estímulo do apetite em pacientes inapetentes.

– Casos de sucesso do tratamento da Dor Neuropática com a Cannabis Medicinal

Nada melhor para entender as vantagens e desvantagens de um tipo de tratamento, do que ouvir (ou ler) a respeito de quem já passou por eles, não é?

Um paciente inglês passou por uma experiência de tratamento canábico para a dor neuropática por 1 ano e meio e contou em detalhes para o Portal britânico Cannabis Health sobre a sua experiência.

Clique aqui e confira!

Onde buscar ajuda para tratamento de Dor Neuropática à base de CBD?

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A utilização da Cannabis Medicinal para o tratamento de dor neuropática deve ser indicada por um neurologista, que tenha vivência com pacientes que sofrem com os sintomas persistentes da síndrome.

Nesse sentido, em nosso portal, nós conectamos você aos melhores médicos prescritores de Cannabis Medicinal do Brasil. Aqui, você pode encontrar excelentes profissionais que atuam próximos à sua cidade, ou até mesmo pelo serviço de telemedicina.

Utilize o nosso portal para encontrar médicos confiáveis e que estão dispostos a te ajudar no alívio da dor neuropática clicando aqui!

Conclusão

Portanto, em concordância com as normas e diretrizes da Anvisa e das sociedades brasileiras das especialidades envolvidas com o tratamento dos quadro de dor, a Cannabis medicinal é uma terapia apropriada.

No caso dor neuropática, a associação do uso de fitoterápicos à base de canabidiol e THC, com as substância alopáticas usadas nos quadros de dor crônica, é uma terapia apoiada pela experiência clínica, pelos trabalhos em laboratórios com animais, em trabalhos em humanos randomizados.

Ela tem sua indicação confirmada e a contínua pesquisa médica científica pelos pesquisadores internacionais e nacionais.

Tem apresentado relevância deste tratamento associativo , onde a própria Anvisa aprova e reconhece o uso medicinal desta terapia 

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