Dia Roxo: 6 pacientes que controlaram a epilepsia com Cannabis

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Dia 26 de março é dia de vestir roxo pela conscientização sobre a epilepsia. Relembre relatos de quem teve que lidar com a condição

Foi Cassidy Megan, uma criança canadense, que escolheu a cor roxa para representar o Dia Mundial de Conscientização Sobre a Epilepsia, realizado todo dia 26 de março. Aos 9 anos, Cassidy sentia que as pessoas se afastavam dela por ter que lidar diariamente com a condição e associou à flor de lavanda, que representa a solidão, para alertar contra o preconceito que ela, e todas as pessoas com o diagnostico, tem que lidar.

Para contribuir com a luta de pessoas e familiares que precisam lidar com a epilepsia, o portal Cannabis & Saúde relembra seis histórias de quem teve suas vidas transformadas graças à Cannabis medicinal. Prepare-se para conhecer relatos de esperança e superação de crianças, jovens e adultos que receberam uma nova chance após iniciar o tratamento com fitocanabinoides.

Luciana Fernandes

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Com 39 anos, Luciana Fernandes enfrenta a epilepsia desde bebê. Com a piora progressiva da doença e a multiplicação dos episódios convulsivos, a família viu seu desenvolvimento regredir. Até que chegou a Cannabis medicinal, que permitiu que Luciana substituísse os 30 comprimidos diários por algumas gotinhas de canabidiol e voltasse a ter qualidade de vida. “Estamos assistindo o renascimento dela”, conta a irmã, Renata Borges Fernandes.

 Leia a história completa de Luciana Fernandes aqui.

Rafaela Magalhães

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Desde o nascimento, a pequena Rafaela precisou de cuidados sérios. Diagnosticada com um acidenta vascular cerebral pré-natal (antes mesmo de nascer), provavelmente causada por uma infecção da bactéria estafilococo, Rafaela chegou a sofrer mais de 120 convulsões por dia, causadas pela síndrome de West. “Enquanto eu ainda contava. Uma hora parei”, lembra a mãe, Lilian Magalhães. No entanto, a vida da criança que vivia apática e não sabia ficar em pé, mudou no primeiro dia de terapia com Cannabis medicinal. “Na primeira gota o olhar dela já mudou, começou a se atentar aos detalhes ao redor. Já começou a mostrar uma cara de travessa.”

 A melhor parte da história você pode ler aqui.

Luiz Paulo

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Quando bebê, o jovem Luiz Paulo era apático e ausente. Diagnosticado com epilepsia e autismo, desenvolveu-se de forma mais lenta do que o comum, e a poliomielite contraída aos 3 anos fez com que seu quadro regredisse ainda mais. Após anos de batalha, seus pais encontraram a Cannabis medicinal, que o permitiu controlar as quase 60 convulsões diárias, melhorando seu sono, seu desenvolvimento e sua qualidade de vida.

 Para saber como a Cannabis medicinal transformou a vida de Luiz Paulo e sua família, clique aqui.

Paula Laissa

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Paula Laissa foi diagnosticada com epilepsia aos 5 anos de idades — sequelas de complicações no parto. Constantemente dopada por conta dos medicamentos alopáticos, a jovem teve uma piora sensível após a morte de sua mãe. Para ajudar a irmã a superar a depressão e recuperar a qualidade de vida da família, Erica Laissa decidiu testar a Cannabis medicinal em Paulinha.

 Quer saber como Paulinha acabou se tornando garota propaganda da academia do bairro? Clique aqui.

Maitê Lopes

Maitê Lopes

Diagnosticada com epilepsia e síndrome de Down, a pequena Maitê chegou a ter mais de 100 crises convulsivas por dia. Com os efeitos colaterais das alopatias somados às crises ainda constantes, seu desenvolvimento foi prejudicado e a criança vivia apática. Mas graças à Cannabis medicinal e à persistência de sua mãe, Elisângela Lopes, a pequena Maitê voltou a sorrir.

 Conheça a história de batalha e superação de Maitê aqui.

Pedro Souza

Bia Souza, mãe de Pedro, sofreu muito durante toda a infância do filho. Levar a criança às pressas para o hospital virou rotina. Um diagnóstico complexo de epilepsia, paralisia cerebral e autismo deixaram a família impotente diante da adversidade. Mas graças à força da mãe e ao auxílio dos médicos, Pedro hoje está próximo de zerar as convulsões — que antes chegavam a 50 por dia —, interage com a família e se fortalece dando os primeiros passos.

 Para descobrir como Pedro e sua mãe conseguiam iniciar uma recuperação que parecia improvável, clique aqui.

 Se você procura um tratamento alternativo para epilepsia, agende uma consulta na nossa plataforma de agendamento online e entre em contato com um médico prescritor para conhecer mais sobre a Cannabis medicinal.

 

 

 

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