Tratamentos para mal de parkinson: Conheça as alternativas

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O mal de Parkinson é um dos distúrbios mais graves do sistema nervoso central.

Esta doença afeta o movimento em diversas partes do corpo, sendo mais comuns as alterações nos movimentos das mãos, podendo causar tremores, dificuldades em se movimentar, rigidez nos músculos, entre outros.

Em alguns casos mais avançados, a doença de Parkinson (nome oficial dado à doença pela OMS) pode causar problemas na fala e nas capacidades cognitivas de seu portador.

Em geral, o mal de Parkinson atinge principalmente as pessoas idosas, sendo que quanto mais velho, maior a tendência da doença progredir com o passar dos anos.

No entanto, há casos mais raros, em que pessoas mais jovens, que começam a sentir os sintomas da doença em faixas etárias inferiores.

Esse é o caso, por exemplo, do famoso ator norte-americano Michael J. Fox, que recebeu o diagnóstico da doença de Parkinson em 1991, com apenas 29 anos. Desde então, Michael teve mudanças em sua rotina de ator, diminuindo a carga de trabalho e concentrando-se no tratamento.

Estima-se que o mal de Parkinson atinge cerca de 1% da população mundial, sendo que no Brasil, a doença atinge aproximadamente 200 mil pessoas de acordo com estudos do Ministério da Saúde.

Atualmente, a doença de Parkinson não tem cura e pode ocorrer em diversos estágios, de acordo com a progressão da doença, a saúde pregressa do paciente, bem como sua idade.

Entretanto, os tratamentos para mal de Parkinson têm evoluído nos últimos 30 anos no sentido de devolver uma vida mais próxima do normal para os portadores dessa doença.

Diversas descobertas foram realizadas nos últimos anos nesse sentido, fazendo com que esperanças surjam para os pacientes através de medicamentos com menor efeito colateral e maiores benefícios a médio e longo prazo.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre esta doença, como ela atinge o cérebro, o sistema nervoso e alguns dos tratamentos para mal de Parkinson, continue lendo!

O que é a doença de Parkinson?

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A doença de Parkinson (ou mal de Parkinson) é um dos principais distúrbios cerebrais e acomete sobretudo os idosos.

Os sintomas mais comuns do mal de Parkinson envolvem um nível elevado de tremores nas mãos, nos membros inferiores ou no corpo todo.

Com isso, dificuldades de equilíbrio ao andar e realizar tarefas simples são comuns na vida de uma pessoa com a doença.

Além disso, estudos com pacientes de mal de Parkinson e observações empíricas demonstram que a doença é neurodegenerativa – ou seja, sua progressão no cérebro ocorre de forma gradativa, piorando conforme os anos passam.

Quando a doença de Parkinson está em estágios mais avançados, além das dificuldades já citadas, há também a presença de alterações mentais e comportamentais (pacientes mais agressivos e menos receptivos ao tratamento, por exemplo).

Além disso, também há o registro de problemas de sono, de autoestima e de memória, bem como fadiga em excesso e dificuldades em estabelecer comunicação por meio da fala.

Os tratamentos para o mal de Parkinson incluem de forma mais comum o uso de medicamentos, mas cirurgias no cérebro também podem ser indicadas, quando pode-se regular certas regiões do órgão para que os sintomas diminuam.

Quais são as possíveis causas do mal de Parkinson?

A maior parte das possíveis causas para o mal de Parkinson tem a ver com as células nervosas que estão presentes no cérebro (os neurônios).

Estes neurônios têm como função principal a produção e liberação de importantes substâncias químicas cerebrais – entre elas podemos destacar a adrenalina, o cortisol e a dopamina.

Cada uma dessas substâncias age no nosso cérebro sob alguma condição específica. Por outro lado, os neurônios são células que inevitavelmente morrem e se decompõem com o passar do tempo.

Nesse sentido, quanto mais velhos ficamos, menos neurônios teremos. É algo natural e compreensível do processo de envelhecimento.

Entretanto, quando esse fenômeno acontece em uma área do cérebro que controla o movimento, há dificuldade na produção de dopamina, causando os problemas de movimento comuns aos pacientes de Parkinson.

Não há um consenso científico sobre o que diferencia uma pessoa cujos neurônios produtores de dopamina morrem antes do que o normal.

Além disso, pessoas que sofrem com o mal de Parkinson têm problemas na produção de norepinefrina, outro mensageiro químico responsável pela regulação da frequência cardíaca e pressão arterial.

Com isso, há a explicação de alguns problemas cardíacos e cardiovasculares em pacientes com a doença.

Existem alguns indícios de que o mal de Parkinson possa ser hereditário, embora isso não esteja comprovado cientificamente em sua totalidade. Por outro lado, há estudos que vão de encontro com a teoria de que o mal de Parkinson tenha ligação com mutações genéticas específicas não herdadas dos pais.

Outros pesquisadores acreditam ainda que o mal de Parkinson esteja ligado a uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a exposição a toxinas.

– Fatores de risco para desenvolvimento de Parkinson

A maior parte dos fatores de risco ligados ao mal de Parkinson tem a ver com o avanço da idade do paciente.

Como dissemos anteriormente, embora haja casos em que o Parkinson se desenvolve em pacientes jovens, o mais comum é que o diagnóstico se dê em pacientes idosos.

Além disso, homens são 50% mais propensos a enfrentar a doença do que as mulheres.

Por fim, como dito no tópico anterior, a hereditariedade não é um fator relevante como causa do mal de Parkinson. Entretanto, há casos em que há mais de uma pessoa que tenha a doença, o que pode ser um indício de sinais genéticos.

A exposição aos agrotóxicos e outros tipos de pesticidas também podem ser maléficos e gerar espaço para o aparecimento dos principais sintomas do Mal de Parkinson.

Sintomas e sinais do Mal de Parkinson

O diagnóstico do mal de Parkinson normalmente está ligado a tremores involuntários nas mãos, bem como dificuldade para segurar os objetos.

Porém, podem haver ainda outros sintomas:

  • Tremores tanto em repouso quanto em atividade;
  • Dificuldade em caminhar, manter-se em pé ou realizar movimentos rápidos;
  • Rigidez nos músculos, bem como contrações involuntárias nos músculos – nesses casos é praticamente impossível para o paciente controlar os estímulos que acontecem;
  • Problemas de memória, demência e confusão mental;
  • Fadiga e tontura;
  • Incontinência urinária persistente;
  • Ansiedade, apatia ou agressividade mesmo em situações controladas como em casa com a família.

Como o Mal de Parkinson evolui? Conheça as fases da doença

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Para que os pacientes de Mal de Parkinson, seus familiares e médicos saibam identificar em que nível está a doença, há uma escala de avaliação do estágio.

A Escala de Hoehn & Yahr é um dos principais instrumentos para a avaliação desses pacientes, pois cria um padrão que utiliza critérios bem especificados para entender o nível da doença e o impacto dela na vida do paciente.

Além disso, ao dividir a evolução da doença em fases, promove um planejamento melhor para os familiares do paciente, fazendo com que estes consigam entender sobre o avanço da doença e quais adaptações em suas tarefas e rotinas deverão ser feitas nos próximos meses ou anos.

Estágio 1: No primeiro estágio da doença não há problemas significativos na rotina do paciente, sendo mais comum que os problemas de movimento ocorram apenas em partes específicas do corpo (como as mãos) e apenas em um lado do corpo.

Entretanto, pode haver mudanças na postura ao caminhar, ao se sentar e nas expressões faciais, muito importantes na comunicação.

Estágio 2: Por outro lado, no estágio 2 é quando começa a haver de fato um aumento nas condições problemáticas do mal de Parkinson.

Apesar de conseguir manter uma rotina autônoma na maioria dos casos, pacientes do estágio 2 podem apresentar problemas para andar, com rigidez nos músculos e dificuldades para falar.

É muito comum que pessoas neste estágio de Parkinson já tenham uma diminuição no tom de voz.

Estágio 3: Nesse estágio, as coisas ficam ainda mais complicadas, com debilidades nas funções motoras e cognitivas do paciente.

Muitas pessoas nesse estágio de Parkinson já não conseguem se equilibrar sozinhas em pé e, com isso, dificuldades para andar são bastante sentidas.

Além disso, não há mais autonomia – é necessário ajuda para se alimentar ou se vestir. A fisioterapia ajuda a diminuir estes efeitos, fazendo com que a pessoa tente aprender a lidar com a nova condição.

Estágio 4: Sem dúvidas, o estágio 4 é aquele em que o paciente começa a perder toda a sua autonomia e fica dependente de um cuidador ou parente próximo cuidando de si.

Tarefas simples do cotidiano como se levantar, escovar os dentes e comer demandam auxílio e a incapacidade fica mais clara.

Estágio 5: O mais grave estágio na escala de Hoehn e Yahr, representa o nível em que os portadores do Parkinson não conseguem mais se locomover, ficando normalmente em cadeiras de roda ou acamados.

Além disso, há alucinações, delírios e confusões mentais frequentes, que podem fazer com que cuidar dessas pessoas se torne uma tarefa muito mais complexa do que antes.

Como identificar a doença de Parkinson?

O mal de Parkinson é relativamente fácil de ser identificado de forma autônoma. Claro, nenhum sintoma deve ser analisado de forma isolada e consulta a um médico especialista se faz necessário para confirmar a doença.

Nesse sentido, há 4 sintomas principais que aparecem logo nos primeiros estágios da doença de Parkinson:

  • Presença de tremores (generalizados ou não);
  • Rigidez nas pernas, braços, tronco e músculos;
  • Redução da capacidade dos movimentos;
  • Instabilidade na postura, tanto em pé quanto sentado.

Se há a presença de pelo menos três destes sintomas, há fortes indícios de que a causa seja o mal de Parkinson.

Entretanto, como já dissemos, a avaliação correta de qualquer doença deve ser feita por um profissional adequado.

– Qual especialista faz o diagnóstico?

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O diagnóstico para a doença de Parkinson pode ser feito por qualquer médico, inclusive clínico geral.

Entretanto, é necessário que um aprofundamento seja dado, para que seja feita a realização de exames, avaliação do estágio da doença, bem como traçar as estratégias para o tratamento adequado da doença.

Nesse sentido, o especialista mais indicado é o neurologista, que estuda e trabalha em questões que tenham a ver com os distúrbios estruturais do sistema nervoso.

Com esta experiência, o neurologista poderá não só diagnosticar, como fazer o planejamento completo dos tratamentos de forma a melhorar a qualidade de vida do parkinsoniano.

O exame mais comum para a avaliação neurológica do paciente é o exame clínico, além da ressonância magnética, usado principalmente para que sejam descartadas outras doenças.

Tratamentos para Mal de Parkinson

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Como dissemos anteriormente neste artigo, o mal de Parkinson se apresenta como uma doença crônica – isto é: algo que dura pela vida toda ou por boa parte dela.

Dessa forma, seus tratamentos foram desenvolvidos de modo a aliviar os sintomas ou retardar o progresso da doença, permitindo assim uma melhor qualidade de vida tanto para o paciente quanto para suas famílias.

Entretanto, a maior parte dos tratamentos envolve o uso de medicamentos  que nem sempre são capazes de trazer benefícios em baixas concentrações ou por pouco tempo.

Por isso, é comum que o tratamento para mal de Parkinson já se inicie com doses mais fortes, que poderão ser revistas ou não de acordo com a necessidade.

É importante dizer que uma melhora significativa com o uso destes medicamentos, é uma demonstração de que o diagnóstico estava correto, já que a maior parte desses remédios foi desenvolvida com essa finalidade.

Porém, os medicamentos para mal de Parkinson costumam apresentar um número elevado de incidência de efeitos colaterais, que podem fazer com que os benefícios não valham tanto a pena assim.

Além disso, os efeitos podem acontecer de forma severa, prejudicando o tratamento e a forma com que o paciente convive com essa condição.

Por isso, vários estudos têm sido desenvolvidos para verificar sobre o potencial de medicamentos e tratamentos menos agressivos para a doença de Parkinson nos últimos anos.

– Quais os novos tratamentos para Parkinson?

Como dissemos ao longo deste artigo, alguns dos tratamentos para mal de Parkinson mais comuns e modernos têm sido desenvolvidos. Nesse sentido, no mundo e até mesmo no Brasil, novos métodos têm sido utilizados além das medicações convencionais.

Um exemplo disso, é um procedimento cirúrgico realizado pela primeira vez no Brasil em agosto de 2021. O Hospital Esperança Recife fez uma implantação do sistema neuromodulador para estimulação cerebral profunda.

Nesse sentido, o novo tratamento serve para pessoas as quais não sentem mais nenhum tipo de efeito benéfico ao utilizar os medicamentos convencionais. Dessa forma, ao utilizar esse sistema, há uma melhoria na qualidade de vida do paciente.

Ele funciona como uma bateria e é capaz de manter a estimulação cerebral por até 15 anos, como uma espécie de marcapasso dando estímulos elétricos a regiões do cérebro que afetam a doença de Parkinson, reduzindo assim os seus sintomas.

Outros tratamentos têm sido feitos com base no mesmo conceito, utilizando estimulação elétrica. No entanto, a maior parte desses testes ainda são feitos em regime experimental e não estão disponíveis para a maioria dos pacientes.

Por outro lado, há alguns tratamentos que são usados como complementos para tratar o mal de Parkinson. Parte das substâncias estudadas fazem parte da chamada Cannabis Medicinal – sendo as mais comuns o Canabidiol (CBD), THC e Dronabinol.

Cannabis medicinal como auxiliar no tratamento de Parkinson

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A utilização de substâncias à base de Cannabis têm sido apontada nos últimos anos como bons auxiliares no tratamento de diversas doenças neurológicas.

Quando falamos de tratamentos para mal de Parkinson, a utilização da cannabis por meio do Canabidiol e outras substâncias tem sido pesquisada ao redor do mundo e trazido bons resultados.

Confira alguns dos estudos mais relevantes sobre o uso da Cannabis no tratamento do Mal de Parkinson:

– Estudos que indicam benefícios da Cannabis para tratar Mal de Parkinson

Este estudo, publicado em 2021, buscou através de relatos dos próprios pacientes o entendimento sobre as questões que se passam com a utilização da Cannabis Medicinal para o tratamento do Mal de Parkinson.

Dessa forma, houve uma análise de 1348 questionários onde pacientes com mal de Parkinson foram indagadas sobre o uso da Cannabis em seus tratamentos de saúde.

51% dos pacientes sabiam sobre a legalidade da aplicação da Cannabis em forma medicinal, mas o uso da Cannabis era feito por apenas 8,4% deles.

Num geral, houve uma melhora dos sintomas em mais de 40% das pessoas que utilizavam cannabis medicinal no tratamento de Parkinson neste estudo.

A maior parte dos sintomas que foram melhorados por esse tratamento envolvem a redução das dores e cãibras musculares.

Além disso, mais de 20% dos pacientes que utilizavam cannabis medicinal relataram melhoras na rigidez e congelamento dos músculos, bem como nos tremores sentidos.

O mesmo percentual relatou ainda diminuições nos sintomas de depressão e ansiedade, bem como na síndrome das pernas inquietas.

Não houveram efeitos colaterais importantes relatados. Além disso, a ingestão de CBD (canabidiol) para o tratamento de doença de Parkinson foi mais comumente citado do que o THC (aproximadamente 50% contra 35,4% entre os usuários de Cannabis Medicinal).

Com a análise desses dados, o estudo aponta que a Cannabis Medicinal pode ser uma opção terapêutica para muitos dos pacientes que sofrem com a doença de Parkinson.

Outro estudo avaliou o uso de um medicamento com alta concentração de CBD por 10 a 15 dias no tratamento da Doença de Parkinson, bem como a sua segurança e eficácia.

Este aponta que o uso indiscriminado de canabidiol pode ser prejudicial, embora na maior parte das vezes se mostra eficaz no tratamento dos sintomas da doença de Parkinson.

Nesse sentido, há uma recomendação de uso de doses mais moderadas dos medicamentos à base do Canabidiol para obter os efeitos esperados. Não há melhora dos sintomas devido ao aumento da concentração, mostrando-se que a eficácia não cresce com a dose, mas os efeitos colaterais sim.

Por fim, um terceiro estudo (este brasileiro) aponta como conclusão a sugestão de que os canabinoides e outros produtos derivados das plantas do gênero Cannabis podem ser utilizados para a melhora de sintomas e condições como:

  • Bradicinesia;
  • Rigidez Muscular;
  • Tremores;
  • Distúrbios do Sono;
  • Humor
  • Ansiedade
  • Psicose;
  • Qualidade de vida num geral

Nesse sentido, aponta também a qualidade do tratamento devido ao baixo índice de efeitos colaterais relevantes e alta tolerabilidade por parte dos pacientes que utilizam a Cannabis Medicinal.

– Como é feito o tratamento por meio da Cannabis medicinal?

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O tratamento para mal de Parkinson utilizando a Cannabis normalmente é feito de forma auxiliar/complementar, não substituindo as terapias convencionais, como as que utilizam outros medicamentos.

É muito importante que o paciente (e sua família) entendam que o tratamento à base de Cannabis não suspende os outros medicamentos ou atividades já indicadas pelo médico ou pela equipe de saúde empenhada neste tratamento.

Nesse sentido, a utilização de substâncias à base da cannabis medicinal deve ser monitorada pelo médico responsável pelo tratamento, que deverá compreender sobre a relação risco x benefício desse tipo de tratamento.

É importante salientar que a maior parte dos estudos a respeito da Cannabis Medicinal e suas substâncias apontam um nível muito baixo de efeitos colaterais, sobretudo quando compara-se à medicamentos controlados/tarja preta.

Nesse sentido, a administração da Cannabis Medicinal no âmbito dos tratamentos para Mal de Parkinson pode trazer uma boa ajuda tanto a curto prazo, quanto mais adiante.

Confira um  relato de pacientes que utilizaram a Cannabis medicinal para reduzir os efeitos da Doença de Parkinson no Brasil e obteve excelentes resultados em apenas alguns meses de tratamento!

Confira no tópico abaixo:

– Relatos de pacientes que trataram o Mal de Parkinson à base de Cannabis

Hélio Gasparini, de 77 anos, sofre com o mal de Parkinson há mais de 12 anos. Sempre realizou o seu tratamento de forma convencional, mas usava também medicamentos alopáticos comuns para a doença de forma complementar.

Como os resultados da terapia que utilizavam não trazia grandes resultados, ele e sua filha Regiane buscaram utilizar um tratamento à base de Canabidiol.

Pouco mais de 2 meses após iniciar o tratamento, ambos já comemoraram as evoluções do paciente.

“Agora eu consigo assinar meu nome”, comemora Hélio.

Além disso, ele aponta que os tremores diminuíram bastante, assim como as dores na hora de dormir. “Sentia dor nas juntas, ficava virando na cama, não conseguia dormir”, recorda Gasparini. “Mas o canabidiol dá um relaxo no corpo.”

Tarefas cotidianas, que antes eram impossíveis, agora voltaram a ser uma realidade, como segurar um copo, deitar e levantar. “Eu também sinto diferença na hora de dirigir. Já estava me atrapalhando, mas hoje dirijo sem problemas.”

E os benefícios vão para além da diminuição dos tremores…

Leia o relato completo de Hélio Gasparini e sua filha clicando aqui!

– Onde buscar ajuda para tratamento à base de Cannabis Medicinal?
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A utilização de medicamentos à base de canabidiol, THC, entre outras substâncias canábicas é totalmente legalizada de acordo com a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Nos últimos anos, as regulamentações nesse sentido têm sido cada vez mais simplificadas e a burocracia para a aquisição de medicamentos à base de Cannabis reduziu bastante em comparação ao que era há menos de uma década.

Isto é possível devido a algumas facilitações e mudanças regimentais nos últimos anos – sendo a RDC 660 a mais recente.

Esta regulamentação, entre outras coisas, fez com que os tratamentos para mal de Parkinson utilizando cannabis medicinal fossem facilitados, bastando apenas uma prescrição por médico registrado no CRM brasileiro.

Junto à receita, deve haver indicações explícitas sobre qual é a substância a ser utilizada no tratamento do paciente, bem como as dosagens e concentrações.

Porém, menos de 1% dos médicos brasileiros tem qualquer experiência no tratamento de doenças com o uso de substâncias provenientes da planta Cannabis.

Muitos dos especialistas nessa área do conhecimento indicam que o baixo índice de adesão por parte dos médicos a esse tratamento pode estar relacionado com um baixo nível de reduzido conhecimento sobre o sistema endocanabinoide e estudos relacionados aos benefícios da Cannabis no tratamento de doenças,

Por isso, encontrar um profissional que tenha experiência na prescrição de tratamentos canabinoides para mal de Parkinson nem sempre é fácil.

Então, para conectar pacientes a médicos com experiência em tratamentos canábicos, o Portal Cannabis & Saúde criou uma plataforma exclusiva!

Nela, você consegue realizar solicitações de consultas com médicos que já tenham tido experiência com tratamentos em base de Cannabis.

Nessa plataforma completa, você pode procurar o médico de sua preferência de acordo com a especialidade, patologia, cidade e atendimento por planos de saúde.

Além disso, há a possibilidade de agendar a sua consulta tanto por telemedicina quanto por atendimento presencial. Dessa forma, você consegue escolher qual é a forma que melhor te atende.

Clique aqui e agende já a sua consulta!

Conclusão

O mal de Parkinson está entre as doenças neurológicas que mais podem debilitar a qualidade de vida e a autonomia de uma pessoa idosa.

Quando a doença está em estágio mais avançado, tarefas simples como se levantar da cama, comer ou se trocar passam a ser extremamente difíceis de serem realizadas sozinhas.

Nesse sentido, o tratamento de Parkinson visa não só a diminuição dos efeitos e sintomas sentidos pelos pacientes, mas também o retardamento do progresso da doença.

Se a doença progride lentamente (ou se estagna em algum dos estágios), o planejamento familiar do idoso fica mais fácil, permitindo um melhor cuidado por parte das pessoas que o amam.

Além disso, tratar o Parkinson da forma correta permite com que os pacientes tenham um final de vida mais digno. Por isso, verifique com o seu médico quais são as melhores opções de tratamento.

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