Cannabis & Saúde

Agência Mundial Antidoping revisará proibição da maconha no atletismo

Uma nova análise sobre os efeitos da erva no desempenho dos atletas será realizada em 2022
cannabis e esportes

A Wada, a Agência Mundial Antidoping, anunciou nesta semana que irá rever o status de substância proibida, na qual hoje se encontra a Cannabis. Uma nova análise sobre os efeitos da erva no desempenho dos atletas será realizada em 2022, decidiu o comitê executivo em Istambul, onde o órgão é sediado. Enquanto isso, a droga continua banida.

A decisão acontece poucos meses após a corredora Sha’Carri Richardson, uma das maiores estrelas do atletismo dos Estados Unidos, ser suspensa das Olimpíadas de Tóquio depois de testar positivo para a maconha. Ela era uma das mais aguardadas nos Jogos e candidatissima ao ouro, já que teve uma série de desempenhos marcantes nos 100 metros rasos no começo da temporada.

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A jovem de 21 anos revelou que fumou um baseado no dia em que soube da morte da mãe. A droga, no entanto, foi consumida no estado do Oregon (EUA), onde a maconha de uso adulto é legal desde 2014.

No entanto, a atleta recebeu uma suspensão de 30 dias, depois de testar positivo para maconha após sua vitória nos 100 metros nas seletivas olímpicas em junho e acabou ficando de fora dos Jogos Olímpicos. O caso dela gerou um amplo debate sobre a manutenção da Cannabis na lista de substâncias proibidas da Wada. Celebridades e atletas criticaram duramente a regra como desnecessária e desatualizada.


O presidente da Federação Mundial de Atletismo, Sebastian Coe, está entre as vozes que apoiam uma reforma na política esportiva para a maconha.

“É sensato, nada está escrito sobre pedra. Você se ajusta e ocasionalmente reavalia.”

Nos EUA, ligas profissionais, como NFL, NHL e NBA, reduziram a aplicação das regras em relação à Cannabis, com o reconhecimento de que a droga não melhora o desempenho esportivo. Contudo, o mundo olímpico continua a punir o uso em algumas circunstâncias. Segundo a Wada, além de substâncias que estimulam a melhoria do desempenho, a lista de banidos pode incluir drogas que podem representar riscos para a saúde dos atletas ou violar o “espírito esportivo”.

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Durante as Olimpíadas de Tóquio, o portal Cannabis & Saúde realizou uma série de lives com médicos, atletas, empresários e cientistas sobre o uso dos canabinoides no esporte. Foram cinco edições, e todas são abertas ao público.

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