Unifesp realiza levantamento das associações de Cannabis do Brasil

O objetivo é coletar informações sobre as ONGs e oferecer um canal de comunicação, onde a universidade possa fornecer ou produzir dados que colaborem com o trabalho destas entidades

O objetivo é coletar informações sobre as ONGs e oferecer um canal de comunicação, onde a universidade possa fornecer ou produzir dados que colaborem com o trabalho destas entidades

O Observatório do Uso de Medicamentos e Outras Drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está produzindo o Levantamento Nacional das Associações Canábicas no Brasil. O objetivo é levantar informações sobre estas ONGs que têm ampliado a luta coletiva pelo direito ao uso da maconha nos tratamentos de saúde, além de oferecer um canal de comunicação onde a universidade possa fornecer ou produzir dados que colaborem com o trabalho.

“Esperamos que esse levantamento seja o início de uma frutífera relação entre associações e universidade, e que possamos, a partir do que vocês nos trouxerem, produzir uma ciência que colabore diretamente com o trabalho que vocês já vem realizando em defesa do direito à saúde e ao acesso da cannabis”, deseja a pesquisadora Fernanda Soncini, bolsista responsável pelo estudo.

Segundo Fernanda, todas as informações fornecidas pelos representantes das associações serão mantidas em sigilo. Serão publicizadas apenas as informações pactuadas junto às associações, consideradas possíveis e importantes de se manterem públicas.

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O Observatório Sobre o Uso de Medicamentos e Outras Drogas foi criado no início de 2020, a partir da aprovação da política de observatórios institucionais da Unifesp. A iniciativa tem objetivo de preservar e sistematizar informações que hoje são de difícil acesso nas plataformas oficiais da Saúde. Segundo a Unifesp, isso dificulta a pesquisa e a divulgação científica sobre substâncias prescritas e proscritas.

Um dos eixos de atuação do observatório é o estudo da maconha para fins medicinais e terapêuticos, a tradução do conhecimento científico para mídias populares e o mapeamento das associações canábicas no Brasil.

Os pesquisadores esperam que o levantamento seja útil para reduzir estigmas, garantir direitos, dar visibilidade ao tema e o que mais as associações queiram saber e sistematizar.

“Nossa expectativa é estabelecer uma parceria colaborativa e duradoura entre associações e universidade”, espera Fernanda Soncini. Para mais informações, entrar em contato com: observameddrogas@gmail.com

Equipe Observatório Sobre o Uso de Medicamentos e Outras Drogas
Universidade Federal de São Paulo
Docente Responsável: Profa. Dra. Luciana Togni de Lima e Silva Surjus
Bolsista: Fernanda Soncini

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