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Veja os melhores momentos da live de lançamento do Projeto Integra Cannabis & Saúde com Dr. Paulo Rocha.

Projeto Integra & Saúde: consultas com médicos prescritores a um valor acessível para todos

Especial. Assim podemos definir a live de apresentação desse projeto piloto que está sendo iniciado em parceria com o ITI – Instituto De Terapias Integradas e que visa oferecer uma nova geração de serviços médicos especializados, promover a acessibilidade e acolher pacientes que necessitam de tratamento canabinoide em toda a sua jornada de tratamento.

O que é o Projeto Integra Cannabis & Saúde?

O Projeto Integra Cannabis & Saúde pretende transformar a vida de muitas pessoas que querem ter mais qualidade de vida a partir de tratamentos com a medicina canabinoide.

O valor temporário das consultas de lançamento do Projeto Integra Cannabis & Saúde será de R$ 100. E além disso, o Projeto Integra Cannabis & Saúde oferecerá também o suporte e o acolhimento aos pacientes.  Neste sentido, os atendimentos poderão ser contemplados via plano de saúde. Clique aqui e marque sua consulta.

Atendimento especializado pelo ITI e o acolhimento dos pacientes

Anamnese realizada com biomédicos, atendimento personalizado com médicos especialistas e uma jornada do paciente que contempla desde o auxílio completo para a compra, e entrega, de produto à base de Cannabis até o acompanhamento completo para o tratamento e ajustes de posologia. Definitivamente, o Instituto de Terapias Integradas está alinhado com a medicina canabinoide, ao ver o paciente de uma maneira integral. 

“O ITI tem o intuito de terapias integradas, é ver o paciente de maneira mais ampla e quando necessário levar o paciente para uma especialidade, o paciente terá um médico para chamar de seu. Os resultados estão sendo alcançados juntos à medicina canabinoide. O potencial desta terapia e o feedback dos pacientes tem me deixado muito feliz. É uma grata surpresa. E o ITI integrou a possibilidade de levar este tipo de tratamento às pessoas. E também agregar outros profissionais de saúde para ajudarem nestes atendimentos. Tudo de uma maneira ágil. Desenvolvemos uma maneira de navegar o paciente. O que permite a otimização do tempo do médico, mas estando presente na vida do paciente”, destacou o Dr. Rocha.

Importância do acesso à medicina canabinoide

Como já falamos, o ITI tem a preocupação em oferecer, além de um serviço médico diferenciado, a  maior acessibilidade aos pacientes. Neste sentido, Dr. Rocha destacou a oportunidade de pacientes conhecerem a medicina canabinoide a partir do trabalho desenvolvido pelo ITI: “A Cannabis foi segregada por muito tempo. Nós médicos recomendamos como tratamento. Não como droga. O que aconteceu com pacientes que eram viciados, estavam em tratamentos. Não há nenhum dado de que a Cannabis induza a uma dependência. Tenho uma máxima na prática médica que é após trabalhar em UTI que funcionou até hoje acredito que é para tudo: podendo não trate, procure com recursos internos melhorar. Mas quando não é possível sem intervenção, aí vamos interferir. A medicina canabinoide depende da resposta de cada um. Sempre coloco aos meus pacientes que a Cannabis dá oportunidade e potencializa a solução de questões internas”. 

Tecnologia e telemedicina

As consultas que o Projeto Integra Cannabis & Saúde irão oferecer também serão realizadas de forma virtual. É a tecnologia caminhando ao lado da saúde.

“Telemedicina para mim tem sido uma experiência muito positiva, pelo alcance. Uma das nossas visões é dar acesso à pessoas e com certeza a telemedicina trouxe isto. Me sinto muito pouco limitado nas consultas. Encaixou perfeitamente em nosso projeto”, esclareceu Dr. Rocha quando perguntado sobre este novo cenário do sistema de saúde nacional.

Já que de acordo com dados da Saúde Digital Brasil (Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital), mais de 7,5 milhões de atendimentos foram realizados via telemedicina, por mais de 52,2 mil médicos, no Brasil entre 2020 e 2021.

As principais patologias que serão atendidas no ITI através do Projeto Integra Cannabis & Saúde estão:

  • Depressão,
  • Estresse,
  • Ansiedade,
  • Dores Crônicas,
  • Autismo,
  • Epilepsia,
  • Esclerose Múltipla,
  • Fibromialgia,
  • Insônia,
  • Parkinson,
  • PTSD e
  • TDAH

Agende sua consulta

Clique aqui e aproveite esta oportunidade de lançamento do Projeto Integra Cannabis & Saúde e garanta sua consulta personalizada com um médico prescritor de Cannabis medicinal.

Para quem prescreve, usa ou acompanha pacientes que fazem uso de canabinoides com finalidade terapêutica o start low and go slow – comece com baixas doses e suba lentamente – é muito conhecido e quase um mantra. Na verdade, esse é o melhor protocolo atual para tratamento da imensa maioria de enfermidades que podem ser tratadas com derivados da Cannabis. Em virtude do potencial terapêutico da Cannabis, seja através de publicações de estudos usando animais, através de relatos anedóticos ou publicações com humanos como case reports e estudos observacionais, e da falta de estudos clínicos amplos e controlados, o start low and go slow é seguramente a maneira mais prudente e correta de se utilizar estes produtos no momento.

O que quero trazer para discussão neste texto não é uma oposição a este protocolo, mas indicar ou sugerir que este protocolo deverá ser superado para que a medicina canabinoide avance, se desenvolva e ganhe mais robustez científica e confiabilidade de médicos e pacientes.

A medicina canabinoide é uma medicina personalizada e devemos encontrar a dose ideal para cada paciente!. Sim, todos dizem isso e também concordo. Porém, quero fazer alguns contrapontos. Creio que à medida que iremos avançando em experiência de uso clínico e com mais estudos, chegaremos a doses que poderão ser úteis para grande parte dos pacientes. Ah, mas o sistema canabinoide de cada paciente tem um tônus diferente!. Sim, mas centenas de outros medicamentos também atuam em outros sistemas endógenos que também diferem em tônus entre os pacientes, como o sistema colinérgico, serotoninérgico, adrenérgico e tantos outros. Antihipertensivos que atuam sobre o sistema noradrenérgicos e antidepressivos que atuam sobre o serotoninérgicos também precisam ser ajustados no que se refere a dose, para ficarmos apenas em dois exemplos. O sistema endocanabinoide é complexo e super amplo, talvez até mais que todos os já conhecidos há mais tempo, mas ainda assim é um sistema que opera bioquimicamente e depende de reações químicas entre canabinoides e seus receptores e outros alvos para ser modulado. Não é psicoterapia, é quimica, e química depende da dose, embora sim, podemos ter os efeitos em curva U invertida na maioria dos casos e uma ampla variedade de doses efetivas, mas ainda assim, canabinoides são substâncias químicas, e química é uma ciência exata que influencia de maneira não exata nossa fisiologia.

Um exemplo muito interessante ocorreu com uma psiquiatra de nosso grupo de pesquisa. Ela estava tratando duas pacientes idosas com depressão, ambas com personalidades e perfil de depressão parecidos. O protocolo seguiu o start low and go slow com extratos ricos em CBD. Iniciando com 50 mg por dia lentamente a médica foi subindo as doses enquanto não se encontravam efeitos clínicos benéficos. Ao final de 4 meses nenhuma paciente ainda reportava nenhum ganho clínico e estavam na dose de 150 mg de CBD/dia. Neste momento, uma paciente abandonou o tratamento pois achou que o CBD “não era para ela”. A outra paciente seguiu e próximo ao sétimo mês na dose de 250 mg CBD/dia ela começou a se sentir bem melhor e creditou-se este efeito ao CBD na dose diária de 250 mg. Depois, disso, outros pacientes com depressão atendidos pela mesma médica começaram a ser tratados já inicialmente com a dose de 250 mg. Isso resultou em melhores e mais rápidos resultados com esta terapia. Vejam, que este “estudo” com duas pacientes durante 7 meses com doses baixas e avanço lento foi que proporcionou a ela hoje ter o seu próprio protocolo, com doses que partem de alguma base e são mais específicas para determinada população e doença.

Outro ponto que podemos abordar, é sobre a segurança destes fármacos. Sabemos que os canabinoides são imensamente seguros. O CBD até centenas de mg ou próxima de 1 g para adultos. O THC é bastante seguro até 10 ou 15 mg por administração. Diferentemente, com outras drogas que estão há décadas no mercado com potencial danoso muito maior não costumamos ter muitas vezes o cuidado de start low and go slow. Obviamente, mesmo sabendo que são super seguros e sem risco de morte ou intoxicação grave, a precaução é importante, mas também deverá ser minimizada quando tivermos mais resultados clínicos de médio e longo prazo, outra vez, precisamos mais estudos.

Como já deixei claro acima, a falta de estudos clínicos é a principal razão para o abrangente espaço para o start low and go slow. Estudos com boa base metodológica poderão responder de forma assertiva se para uma determinada doença: a) canabinoides são seguros; b) canabinoides são efetivos; e c) qual dose e proporção de canabinoides deveriam ser utilizados. Ora, para qualquer medicamento encontrado na farmácia, temos indicação (doença alvo) e dose (s) sugeridas, ou seja, um protocolo muito definido. Neste momento, apenas para epilepsias, tratamento paliativo para câncer e alguns tipos de dores temos isso razoavelmente bem definido para canabinoides. No caso do Brasil especificamente, a RDC 327 de 2019 não exige ensaio clínico ou indicação para produtos canabinoides, desta forma, estamos utilizando estes produtos de forma compassiva praticamente sem protocolos de formulação e posologia. Após 5 anos de registro sob a 327, estes produtos necessitarão apresentar segurança, eficácia e posologia (formulação e dose) para permanecer no mercado de forma definitiva, e aí sim, estaremos avançando nesta direção, atingindo seguramente uma porcentagem muito maior de efetividade em nossos tratamentos, além de redução de prazos e custos de tratamento.

Por último, a favor do protocolo start low and go slow, precisamos mencionar a diversidade dos perfis de cada paciente mesmo dentro do mesmo diagnóstico. Ainda mais em doenças do transtorno do espectro autista (TEA), Parkinson ou dor crônica, por exemplo. Claro, que sempre teremos muitas particularidades de cada paciente e que em pacientes com TEA, por exemplo, um médico pode ter centenas de pacientes e cada um poderá se encaixar melhor numa dose/formulação. Porém, creio que precisamos avançar muito em pesquisas para termos protocolos mais assertivos e específicos para diferentes doenças e pacientes, para aumentarmos a qualidade dos tratamentos à base de canabinoides aos nossos pacientes.

Espero que em 5 ou 10 anos já tenhamos evoluído muito neste quesito e tenhamos dezenas de protocolos mais direcionados, para que a medicina canabinoide possa crescer, reproduzir resultados e gerar confiabilidade para mais profissionais e pacientes. Assim, creio que evitaremos que outros pacientes que possam ser tratados com Cannabis abandonem o tratamento devido a uma aparente falta de eficácia, como no caso da paciente com depressão da minha amiga psiquiatra.

“Há uma grande sede de conhecimento, uma necessidade de conhecimento para poder terminar com esses preconceitos que ainda estão associados à Cannabis, ao uso da Cannabis, à medicina canabinoide, mesmo que seja para fins medicinais. Pois ainda há preconceito contra a palavra Cannabis”, indica a Dra. Cecília Scorza, que organizou junto à Dra. Marta Vazquez o Congresso de Endocanabinologia no Uruguai.

O Congresso de Endocanabinologia aconteceu em um andar diferente do mesmo local do Cannabis Business Hub, iniciativa que reuniu empreendedores da área da Cannabis na região. 

Comprovações científicas sobre o uso da Cannabis medicinal

Um assunto que ainda gera polêmica em pleno 2022 é o questionamento sobre as evidências científicas em relação à Cannabis medicinal. Embora o Cannabis Business Hub como evento contava com estandes, como de Aurora e Ramm Pharma, que apresentavam tipos de óleos ao público, as evidências científicas também foram evidenciadas durante o Congresso de Endocanabinologia.

Neste sentido, Dra. Cecília explica que as comprovações científicas dos benefícios da Cannabis em tratamentos existem. Porém, opina que ainda persiste uma necessidade de fomento maior às pesquisas científicas no Uruguai:

“Há comprovações científicas internacionalmente e há aqui no Uruguai também. Mas é necessário muito mais financiamentos para poder realizar ensaios ou estudos clínicos com seriedade e rigor, e com estudos a longo prazo. Que permitam tirar conclusões, principalmente relacionadas à dosagem e tipos de patologias”. 

Pesquisas científicas trazem segurança para médicos prescritores

Ainda sobre as pesquisas científicas desenvolvidas sobre Cannabis e suas aplicações, a Dra. Cecília destacou a mudança dos conceitos. Para ela a comunicação é muito mais responsável atualmente. Assim como o rigor com que as investigações são apresentadas e a apresentação dos pontos positivos e negativos: “Agora também são mostradas as desvantagens ou efeitos colaterais que podem estar associados a esse tipo de composto. Há alguns anos, pensava-se que o uso da Cannabis poderia praticamente curar absolutamente tudo e isso mudou substancialmente”.

medicina canabinoide

Panorama atual: mais responsabilidade médica e conhecimento sobre compostos farmacêuticos

Por fim, a Dra. Cecília também destacou o desenvolvimento do setor e o crescente interesse e responsabilidade da comunidade de médicos que prescrevem Cannabis. Também admitiu que ainda há certo preconceito em relação ao uso terapêutico da planta. “Há preconceitos associados e há desconhecimento de composto, principalmente os canabinóides, esse ou outros extratos de cannabis, que eles possuem são para fins medicinais. E todo esse desconhecimento ou preconceito muitas vezes leva ao medo de prescrever. Esses eventos,como este congresso, permitem trazer conhecimento original  e científico para esta mudança”, finalizou. 

Os principais temas abordados no Congresso:

  • Transtornos do sono e tratamentos com canabinoides 
  • Uso de CBD como antidepressivo
  • Tratamento com Cannabis para controle de epilepsia refratária
  • Cannabis e doenças neurodegenerativas
  • Tratamento da dor crônica em pacientes com transplantes renais

Medicina canabinoide no Brasil

Se você quer começar o tratamento com Cannabis medicinal no Brasil, o primeiro passo é realizar uma consulta com uma médica ou médico prescritor de Cannabis medicinal. Você pode marcar sua consulta com um especialista da medicina canabinoide na nossa plataforma de agendamentos.

No próximo dia 13 de maio, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) vai receber o evento online A Uerj inovando o saber milenar – Projeto Medicina Canabinóide. A primeira conferência do dia vai contar com a participação do químico búlgaro e considerado “pai” da Cannabis, Raphael Mechoulam, 91. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link.

O evento é organizado pelo Centro de Apoio à Pesquisa no Complexo de Saúde da UERJ (CAPS-UERJ), organização que busca desenvolver a pesquisa e a inovação dentro da instituição de ensino e na sociedade.

Raphael Mechoulam UERJ

Confira a programação completa:

09h – Abertura

09h30 – Conferência – Prof. Raphael Mechoulan

10h30 – Mesa: Medicina Canabinóide no Brasil

Moderador: Dr. Alexandre Cardoso

« Desafios e Oportunidades – Dr. Flávio Rezende

« Cenário Regulatório: expectativas e desafios dos pesquisadores – Dra. Isabella D’Andrea

« A Visão do Empreendedor – Dr. Allan James Paiotti

« Aspectos Legislativos – Relator da PL 399 – Dep. Luciano Ducci

11h30 – Mesa: Aplicações Clínicas da Medicina Canabinóide

Moderador: Dr Virgílio Garcia Moreira

« Dor Crônica – Dr. Alexandre Kaup

« Autismo – Dr. Antonio Egídio Nardi

« Epilepsia – Dr. Eduardo Faveret

O químico Raphael Mechoulam é conhecido como “pai” da Cannabis por conta de suas descobertas, foi ele quem identificou os princípios ativos da planta pela primeira vez. Em 1963 isolou o delta-9-tetrahidrocanabinol (conhecido pela sigla THC), principal composto responsável pelos efeitos psicoativos e medicinais da planta. E no ano seguinte, em 1964, foi a vez do canabidiol (CBD), canabinoide predominante nos medicamentos com Cannabis autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele também contribuiu na identificação do sistema endocanabinoide e também nas primeiras pesquisas que analisavam a ação da planta em pacientes com epilepsia, já na década de 70, em parceria com o pesquisador brasileiro Elisaldo Carlini.

No Brasil, a única forma de realizar o tratamento com medicamentos à base de Cannabis é sob supervisão de um médico prescritor. Na nossa plataforma de agendamento você pode entrar em contato com de mais de 150 médicos de diversas especialidades que podem te acompanhar em todo o processo.

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