Cannabis

Delta 8-THC: Benefícios, Pesquisas e o que que Dizem os Médicos

A ciência e a medicina vivem em uma busca constante por opções que possam trazer mais conforto para os seus pacientes e ajudar no combate à uma série de doença, sobretudo aquelas que causam mais desconfortos e efeitos adversos. Nesse contexto, o Delta-8-THC vem ganhando muito espaço e, por isso, você não pode deixar de saber do que se trata.

É uma substância que conta com uma grande variedade de aplicações medicinais, com diversas pesquisas mostrando seus benefícios, o que justifica sua grande popularidade em países como os Estados Unidos, no qual virou uma verdadeira coqueluche e, agora, está vindo para o Brasil. Continue lendo e aprenda mais sobre o assunto.

Afinal, o que é o Delta-8-THC?

A Cannabis é uma planta com inúmeras propriedades e que conta com centenas de componentes, dentre os quais se destacam os canabinoides e suas incríveis propriedades. Entre os mais conhecidos da população, se destacam o canabidiol e o Delta-9-tetrahidrocanabidiol, também chamados por suas siglas CBD e Delta-9-THC.

No entanto, conforme as pesquisas científicas vão avançando e o assunto é melhor estudado, novas descobertas vão sendo feitas e possibilidades surgem no sentido de trazer recursos terapêuticos dentro da ciência médica, como coadjuvantes nos tratamentos de diversas doenças, como epilepsia, depressão, ansiedade, câncer, Alzheimer e muito mais.

Nesse sentido, uma molécula vem chamando a atenção: o Delta-8 THC. Trata-se de um isômero do delta-9 THC, ou seja, tem a mesma fórmula molecular, mas com sua estrutura diferentemente posicionada. Na prática, isso faz com que haja uma ligação menos eficaz com o sistema endocanabinoide, o que pode ser uma grande vantagem.

Por que o Delta-8 THC pode ser vantajoso?

A grande questão em relação ao Delta-8 THC é que ele oferece menos efeitos adversos do que o Delta-9-THC, seu irmão mais famoso até então. Embora compartilhem muitas semelhanças, os efeitos psicoativos do Delta-8 THC são consideravelmente menores, o que diminui o risco de uma série de problemas, como crises de pânico, paranoia e ansiedade.

Os pacientes que fazem uso do Delta-8 THC relatam também menos intensidade de sedação e mais clareza nos pensamentos, sem que isso gere impactos negativos nas suas propriedades terapêuticas de analgesia, neuroproteção, estímulo de apetite e, sobretudo, redução de vômitos e náuseas em pessoas sob tratamento quimioterápico.

O uso do Delta-8-THC é legal?

Como dissemos, o Delta-8-THC é amplamente utilizado nos Estados Unidos e virou uma verdadeira coqueluche por lá, por conta das suas incríveis vantagens e menores chances de efeitos adversos. São centenas de doenças ou condições que podem ser beneficiadas com o seu uso, o que justifica o enorme número de solicitações por indicação de saúde.

No Brasil, a autorização de importação de produtos medicinais que sejam derivados de Cannabis deve ser feita junto à ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os médicos, por aqui, têm feito muitas das chamadas prescrições compassivas, direcionadas para pacientes sem alternativas terapêuticas satisfatórias com os produtos já registrados no país.

Na realidade, há uma resolução do órgão que, desde fevereiro de 2020, facilita a importação desses produtos derivados de Cannabis para fins medicinais, feitas por pessoas físicas ou seus representantes legais, exclusivamente com a devida prescrição ou receitas realizadas por profissionais legalmente habilitados.

A abertura para a comercialização de extratos de canabidiol, como medicações ou mesmo complementos fitoterápicos abrem a possibilidade do uso de Delta-8-THC em breve por aqui. É bem provável que os produtos já se popularizem no mercado em pouco tempo, melhorando a acessibilidade ao medicamento e, certamente, sua regulamentação.

Qual o panorama da cannabis medicinal no Brasil?

Estamos vendo uma evolução interessante sobre o panorama do Brasil nos últimos anos e a defesa da cannabis medicinal vem ganhando muito espaço, visto que o seu intuito único é o de preservar a saúde da população e proporcionar bem-estar aos pacientes. Por isso, temos experimentado avanços importantes na legislação sobre o tema.

Do ponto de vista prático, profissionais e a sociedade em geral buscam novos tratamentos. Muitos médicos estão procurando elevar os seus conhecimentos sobre os canabinoides, não apenas por entenderem que essa pode ser a melhor conduta terapêutica, como também para conquistarem um diferencial em suas carreiras.

Como o Delta-8-THC é extraído?

Como dissemos, o delta-8-THC é um dos numerosos compostos químicos nativos das plantas de cannabis e, naturalmente, são extraídos a partir delas. Suas aplicações medicinais não chegam a ser uma novidade, visto que existem registros históricos do seu uso há mais de 3 mil anos, sobretudo em regiões como a China.

No entanto, a sua extração pode ser um pouco mais complexa e desafiadora, mesmo nos dias de hoje. Ao contrário do Delta-9-THC, que é encontrado em proporções muito maiores, o delta-8-THC representa menos de 1% do total de canabinoides, demandando maiores quantidades de matéria prima para que possa ser viabilizado para tratamento.

O que dizem as pesquisas sobre o Delta-8-THC?

Em função das excelentes propriedades terapêuticas que vêm sendo descobertas em relação ao Delta-8-THC, ele vem sendo amplamente estudado e começa a fazer parte do arsenal terapêutico de muitos médicos. No Estados Unidos, ele já é utilizado em larga escala, mas somente agora está chegando e se tornando uma opção por aqui.

De acordo com pesquisas do Instituto Nacional do Câncer dos EUA, embora o Delta-8-THC tenha semelhanças com o THC, também possui diferenças relevantes e aplicações distintas. Ele se liga aos receptores canabinoides do sistema nervoso central, mas com uma afinidade menor e menos efeitos adversos, por conta de sua estrutura molecular ligeiramente alterada.

Quais os principais efeitos terapêuticos do Delta-8-THC?

Se você chegou até aqui, já está muito bem familiarizado com o conceito de Delta-8-THC e entendeu que ele vem chegando no Brasil como uma opção interessante para uma série de problemas médicos. No entanto, você sabe quais os principais efeitos terapêuticos do Delta-8-THC? Veja abaixo alguns deles.

Efeitos antieméticos

Você já deve ter ouvido falar sobre os antieméticos, que são os medicamentos que têm como foco principal o tratamento de náuseas e vômitos. Naturalmente, também deve saber que esse é um dos efeitos colaterais mais incômodos de alguns pacientes, especialmente aqueles que estão em vigência de sessões de quimioterapia.

Sendo assim, vale saber que o potencial de combate às náuseas, enjoos e vômitos do Delta-8-THC são relatados há bastante tempo e vem ganhando espaço nas propostas terapêuticas de muitos médicos prescritores. Existem pesquisas mostrando benefícios e segurança até mesmo em crianças, com baixíssima incidência de reações adversas.

Analgésico e anti-inflamatório

Um dos principais efeitos terapêuticos que são buscados com o Delta-8-THC está relacionado com suas propriedades de analgesia e ação anti-inflamatória. Afinal, boa parte dos quadros e condições médicas estão relacionados com dores intensas e inflamações, que nem sempre podem ser combatidas com medicamentos tradicionais, até pelos seus efeitos adversos.

Por outro lado, estudos mostram que o canabinoide, que pode ser ingerido ou administrado topicamente, auxilia por meio dos seus efeitos nos receptores CB1, no sistema endocanabinoide. Para pacientes crônicos, no entanto, é preciso estar atendo quanto à tolerância, que pode se desenvolver rapidamente.

Ansiolítico

Vivemos uma época na qual a rotina é bastante estressante, sobretudo nos grandes centros urbanos. São pressões na carreira profissional, vida pessoal conturbada e engarrafamentos intermináveis, que geram transtornos mentais severos em muitas pessoas, principalmente os relacionados com ansiedade e até mesmo crises de pânico.

Por isso, os medicamentos ansiolíticos estão, naturalmente, entre os mais vendidos do planeta. Nesse contexto, o Delta-8-THC apresenta qualidades muito interessantes, contribuído para a redução da ansiedade de maneira semelhante ao THC, mas sem suas reações adversas. Com o Delta-8-THC, os efeitos psicoativos são muito mais leves.

Anticonvulsivante e antipsicótico

Os medicamentos anticonvulsivantes e antipsicóticos também são largamente comercializados em todo o mundo e, mesmo sendo fundamentais para portadores de doenças relacionadas, podem ocasionar uma série de efeitos colaterais bastante indesejáveis. Sendo assim, vale saber que o Delta-8-THC tem uso preventivo em crises epiléticas e outros tipos de convulsão.

Por outro lado, se o uso de maconha recreativa é um fator de risco para o desenvolvimento de enfermidades como esquizofrenia e psicose, o Delta-8-THC vem se mostrando como um possível tratamento. Além disso, é altamente eficaz no combate aos sintomas de doenças neurodegenerativas como Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla.

Estimulante de apetite

Muita gente correlaciona a cannabis com o excesso de fome e, realmente, existem substâncias na planta que podem causar esse efeito. Por isso, é importante saber que o Delta-8-THC também pode ajudar a estimular o apetite, mas sem as reações adversas e com pouco ou nenhuma implicação psicoativa para o paciente.

Pesquisas mostram que mesmo doses baixas do canabinoides, que administradas de maneira estratégica pelo prescritor, podem resultar em acréscimos significativos na ingestão de alimentos. Estudou mostram que a efetividade pode ser ainda maior do que a do THC, que já é um estimulante de apetite conhecido e amplamente empregado.

Quais os efeitos colaterais do Delta-8-THC?

Por mais que a sua popularização nos Estados Unidos seja notável e o uso terapêutico venha apontando excelentes margens de segurança, ainda há muito o que se estudar e pesquisar sobre o Delta-8-THC. Por isso, é altamente recomendável que médicos prescritores e pacientes mantenham abordagem cautelosa no que diz respeito ao seu uso.

Via de regra, o Delta-8-THC está disponível em formas concentradas, porque a planta contém menos de 1% do composto, como falamos anteriormente. Produtos que usam combinações com THC, por exemplo, podem favorecer o efeito entourage, que é uma relação sinérgica entre os compostos químicos presentes na Cannabis.

Muitas das pesquisas foram feitas em animais, o que limita os dados obtidos e reforça a importância de que novos estudos sejam realizados em populações humanas, principalmente para entender a relação da substância com a frequência cardíaca, pressão arterial, o sistema nervoso e assim por diante.

O Delta-8-THC pode causar interações medicamentosas?

Outra dúvida muito comum é no que diz respeito às interações medicamentosas. Como as pessoas entendem que o Delta-8-THC é um componente natural e retirado das folhas de cannabis, é natural que pensem que ela não pode interagir negativamente com outros compostos e remédios. No entanto, esse é um erro básico.

Até mesmo por possuir ações importantes, é fundamental avaliar quais outras medicações o paciente toma antes de prescrever, para evitar complicações, até para que a soma de medicamentos não acabe sobrecarregando algum órgão, como o fígado. Uma possibilidade é fazer ajustes no esquema, aumentando o intervalo entre cada comprimido, por exemplo.

O Delta-8-THC pode ser usado em quais as doenças?

Você já aprendeu bastante sobre o Delta-8-THC e viu como a sua ação pode ser positiva de diversas formas para as mais variadas situações. Para aumentar seus conhecimentos, vamos abordar algumas das principais doenças nas quis os pacientes podem se beneficiar com a prescrição desse canabinoides. Acompanhe.

Câncer

O Delta-8-THC pode ser uma opção para oferecer mais qualidade de vida para o paciente com câncer, uma das doenças mais estigmatizadas e que causa transtornos na sociedade moderna. O uso de derivados de Cannabis, inclusive, já vem sendo amplamente empregado nos tratamentos oncológicos em muitos países, com boas taxas de sucesso.

No Brasil, as terapias com canabinoides seguem ganhando espaço na oncologia, no tratamento de sintomas da quimioterapia e até mesmo em cuidados paliativos, complementando a terapêutica tradicional e até reduzindo o uso de alguns remédios fortes e potencialmente nocivos para um organismo já debilitado e combalido.

A quimioterapia, por exemplo, é conhecida por proporcionar reações adversas significativas, dentre as quais se destaca a presença de náuseas, vômitos, insônia, dor e falta de apetite. O Delta-8-THC, como você já viu anteriormente, pode diminuir a incidência ou a intensidade de todas essas implicações, oferecendo mais conforto e alívio.

Outro benefício que não é tão conhecido está relacionado com a toxicidade financeira que o câncer gera, tendo em vista que muitos tratamentos são extremamente caros e a pessoa, por vezes, sequer consegue trabalhar. Com o Delta-8-THC, pode ser possível tomar menos medicamentos, criando uma economia financeira importante.

Os canabinoides são largamente utilizados por oncologistas no mundo inteiro e a tendência é de aumento por aqui, agora que a ANVISA liberou o registro de medicações de Cannabis no país. A expectativa da comunidade médica é a melhor possível e muitos profissionais de saúde não veem a hora de ter o Delta-8-THC como aliado nas suas propostas terapêuticas.

Alzheimer

Umas das aplicações mais estabelecidas e valorizadas dos componentes de Cannabis é em pacientes com o temido Mal de Alzheimer. É uma doença progressiva e terrível, que destrói a memória e outras funções mentais importantes, gerando deterioração cognitiva e dificultando a realização até mesmo das tarefas mais simples do dia a dia.

Sendo assim, não é difícil imaginar que médicos e pacientes estejam em constante busca por qualquer medicação que possa atenuar esses e outros sintomas, não é mesmo? Nesse sentido, estudos mostraram que o THC e o CBD podem proporcionar efeitos restauradores neurológicos e o mesmo pode ser esperado, naturalmente, do uso terapêutico do Delta-8-THC.

A partir dos 65 anos, a probabilidade de ser diagnosticado com alguma demência e os canabinoides parecem ter efeitos protetores para diversas patologias neurodegenerativas, tais como o Alzheimer e o Parkinson. Em laboratório, algumas dessas substâncias apresentaram capacidade de neurogênese, ou seja, de formar novos neurônios.

Fibromialgia

Falamos muito sobre os efeitos do Delta-8-THC como analgésico e anti-inflamatório. Levando isso em consideração, não é difícil supor que uma das suas recomendações mais relevantes possa estar nos pacientes portadores de fibromialgia, uma doença reumatológica bastante complexa, que afeta a musculatura e pode causar dores lancinantes.

Por se tratar de uma síndrome, o seu diagnóstico não é fácil, pois pode estar associada a outros sintomas, como fadiga, alterações do sono, distúrbios intestinais e até depressão. Além disso, nem sempre há melhora com o uso de remédios convencionais, muitas vezes nem mesmo com a prescrição de opioides e fortes antidepressivos.

A Cannabis já aparece na lista de remédios para aliviar quadros álgicos há milênios e o Delta-8-THC pode ser uma opção moderna de experimentar os benefícios, mas sem os efeitos colaterais indesejáveis. A eficácia vem sendo corroborada em pesquisas, com respostas significativas associado à terapêutica tradicional.

A possibilidade chama ainda mais a atenção se consideramos que muitos pacientes com fibromialgia acabam abandonando seus empregos e experimentam grande incapacidade física, o que leva a outros problemas. Com o uso do Delta-8-THC, é possível sentir um ganho na qualidade de vida e redução nas doses de medicamentos, por exemplo.

Depressão e ansiedade

Não é novidade para ninguém que a depressão e a ansiedade são alguns dos males que mais atingem pessoas em todo o mundo atualmente. Se considerarmos o que ocorreu no mundo recentemente, com as demandas de distanciamento e isolamento social, o quadro fica ainda mais sombrio, sendo um período bastante difícil e doloroso para boa parte da humanidade.

Diante dessa situação, os canabinoides têm se mostrado eficientes no tratamento de doenças mentais e o Delta-8-THC pode proporcionar os mesmos benefícios. Além da assistência psicológica, remédios que atuam no sistema endocanabinoide podem, inclusive, ter um efeito mais imediato do que os antidepressivos tradicionais.

Como se não bastasse, os efeitos colaterais também são muito menores, sobretudo quanto comparados à essa classe de medicações, que podem causar hipotensão, boca seca, retenção de urina, constipação intestinal, visão borrada, taquicardia, tontura, suor excessivo, torpor, sedação, sobrepeso, tremores, dependência e muito mais.

Por isso, o Delta-8-THC aparece como um forte candidato para a terapêutica de transtornos de ansiedade e depressão, com estudos que reforçam que podem ajudar na modulação do sistema nervoso, com potenciais efeitos antidepressivos e ansiolíticos. Nos próximos tempos, é essencial aprofundar nossos conhecimentos sobre essas incríveis possibilidades.

HIV

Já abordamos anteriormente os benefícios do Delta-8-DHT no aumento do apetite. Esse é apenas uma das vantagens que o composto pode proporcionar para pessoas infectadas, por exemplo, com HIV. No entanto, infelizmente, ainda não contamos com muitos estudos sobre todas as aplicabilidades terapêuticas do uso de canabinoides portadores de AIDS.

Mesmo assim, contamos com relatos e algumas pesquisas com pacientes fazem uso medicinal de derivados da planta, relatando melhora em vários sintomas. Embora o tratamento tenha avançado muito nos últimos anos, o uso dos antivirais ainda pode ter efeitos colaterais indesejáveis, principalmente em fases mais avançadas da doença.

Nesse contexto, o Delta-8-DHT pode atuar de forma positiva em quadros de enjoos, vômitos, náuseas, anorexia, ansiedade, depressão e dor crônica, sendo interessante tanto para minimizar o que é causado pelo vírus em si quanto pelos remédios. Com isso, fica muito mais fácil reestabelecer o equilíbrio do sistema imunológico e lutar contra o problema.

Também há a chance dos canabinoides reduzirem as inflamações geradas pela infecção, o que é bom em diversos sentidos. Pouca gente sabe, mas o HIV também adoece o sistema nervoso central, por meio da secreção de neurotoxinas, que são inflamatórias e eventualmente fatais aos neurônios. E o Delta-8-DHT, como sabemos, tem propriedades anti-inflamatórias.

Epilepsia

Atualmente, o canabidiol já está sendo largamente utilizado em pacientes para ajudar no tratamento da epilepsia. Esse é um problema bastante complexo, que pode ter a sua origem em distúrbios genéticos, causas desconhecidas ou por uma lesão cerebral adquirida, como em tumores, infecções, traumatismos cranianos ou AVCs (acidentes vasculares cerebrais).

Os sintomas podem incluir comportamentos anormais, crises convulsivas e perda de consciência, o que reforça a necessidade imediata de ajuda médica para a escolha terapêutica mais acertada. De acordo com uma série de detalhes, é possível utilizar remédios, mudanças alimentares, dispositivos modernos ou cirurgia, isoladamente ou combinados entre si.

Em pesquisas que induzem crises epilépticas em animais expostos a estímulos sonoros de alta intensidade, canabinoides parecer ajudar na prevenção do quadro, o que mostra mais um possível atributo do Delta-8-DHT. Outra possibilidade é de ação de bloqueio na progressão da doença, impedindo o recrutamento e comprometimento de novas áreas cerebrais.

Outra análise mostrou que o canabidiol pode modular a expressão de receptores canabinoides do tipo 1, que participa da modulação de diversos mecanismos do sistema nervoso. Os resultados são promissões e podem ser ainda mais significativos se considerarmos o diferencial que o Delta-8-DHT oferece, que é o de causar pouco ou nenhum efeito adverso.

Como você pôde ver, o Delta-8-DHT abre incríveis possibilidades de tratamento, já ganhou um tremendo espaço nos Estados Unidos e está chegando ao Brasil.

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Redação Cannabis & Saúde

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